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Relatórios da FDA e da Cornell University mostram resíduos do agrotóxico glifosato em milho, soja e ração animal

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Relatórios da FDA e da Cornell University mostram resíduos do agrotóxico glifosato em milho, soja e ração animal

Em 1999, o "nível seguro" (MRL, em inglês) estabelecido pela EPA para soja foi elevado de 0,1 mg / kg (100 ppb) para 20 mg / kg (20.000 ppb) nos EUA e na Europa. Da mesma forma, em 2004, o Limite Máximo de Resíduo (LMR) do agrotóxico glifosato no Brasil para soja foi elevado de 0,2 mg / kg (200 ppb) para 10 mg / kg (10.000 ppb)

 

Crédito imagem: Sustainable Pulse

 

Segundo a notícia US FDA and Cornell University Reports Show Glyphosate Residues in Corn, Soybeans and Pet Food do Sustainable Pulse de 4 de outubro, o agrotóxico mais utilizado do mundo, o glifosato, foi encontrado em milho, soja e rações para animais de estimação por dois diferentes estudos de testes divulgados nesta semana pela Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos e pela Cornell University.

O relatório Pesticide Residue Monitoring Program Fiscal Year 2016 Pesticide Report da FDA divulgado segunda-feira (1º) em seu programa de testes de resíduos de agrotóxicos para 2016, mostrou que 2.670 amostras de alimentos foram testadas, e 99% dos quais estavam em conformidade com os padrões federais estabelecidos pela Environmental Protection Agency (EPA) para resíduos de agrotóxicos e 4.276 amostras de alimentos importados, e 90% estavam em conformidade com os padrões estabelecidos.

A FDA também testou o glifosato e o AMPA (o principal metabólito do glifosato) pela primeira vez em uma pequena faixa de produtos em 2016, incluindo milho, soja, ovos e leite. Os resultados mostraram que o glifosato foi encontrado em altos níveis, mas legais em soja e milho, mas não em ovos ou leite. Para mais informações e citações sobre o relatório em questão, consulte a notícia a notícia FDA releases pesticide residue report; scope of glyphosate testing inadequate, says Detox Project (por Elaine Watson) do Food Navigator de 2 de outubro de 2018. 

O diretor do Sustainable Pulse, Henry Rowlands, reagiu ao relatório da FDA: "Os níveis de glifosato encontrados na soja e no milho são uma grande preocupação. Em 1999, o "nível seguro" (MRL, em inglês) estabelecido pela EPA para soja foi elevado de 0,1 mg / kg (100 ppb) para 20 mg / kg (20.000 ppb) nos EUA e na Europa. Da mesma forma, em 2004, o Limite Máximo de Resíduo (LMR) do agrotóxico glifosato no Brasil para soja foi elevado de 0,2 mg / kg (200 ppb) para 10 mg / kg (10.000 ppb). Segundo a notícia, um estudo revisado de 2014 sugeriu que os ajustes nos LMRs foram feitos apenas em resposta aos observados aumentos reais de resíduos do agrotóxico glifosato na soja transgênica.

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Fiscalização de produtos de origem animal do Paraná: MAPA presta esclarecimentos à Afisa-PR

Afisa-PR

Fiscalização de produtos de origem animal do Paraná: MAPA presta esclarecimentos à Afisa-PR

As opções de "gestão pública" em detrimento de parte da fiscalização de produtos de origem animal do governo do Paraná são equivocadas e possuem potencial para colocar em risco a segurança alimentar da população paranaense: o governo Richa nomeou o staff comissionado em turno para o órgão de fiscalização agropecuária do estado; o governo Borghetti o manteve

Inspection of products of animal origin of Paraná: map provides clarifications to AFIs-PR & The "public management" options to the detriment of part of the inspection of animal products of the Government of Paraná are misguided and have the potential to put in risk the food security of the Paraná population: the government of the Richa appointed the staff Commissioned in turn for the inspection of the State; The Borghetti government kept him

 

 

Preocupada com a segurança alimentar da população paranaense, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) requereu do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAPA) quais providências foram tomadas contra a Portaria 158 de 2014 da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Em sua resposta, a Coordenação Geral de Articulação Institucional (CGAI) do MAPA, anexou documentos que comprovam a realização, em meados de 2016, de uma auditoria para verificação de possíveis não conformidades na fiscalização de produtos de origem animal do Paraná em frigoríficos sob chancela do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI) do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (SUASA). Esta auditoria em suas verificações constatou uma série de não conformidades que foram consideradas graves e que comprometiam a equivalência do serviço de inspeção de produtos de origem animal do Paraná com o SISBI, obtida em 2010. À época, as não conformidades encontradas implicaram a suspensão da prerrogativa de a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) indicar novos frigoríficos para o cadastro geral do SISBI-POA e que este órgão deveria corrigir de forma imediata as não conformidades descritas no relatório de auditoria.

Os documentos encaminhados pela CGAI informam que um parecer da Consultoria Jurídica (Conjur) do MAPA e uma decisão da Ministra Delaíde Miranda Arantes, da Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), são desfavoráveis ao "modelo de serviço de inspeção privatizada" do Paraná, devendo a gerência de inspeção de produtos de origem animal da Adapar "buscar pela melhoria continua e sistemática com o objetivo de garantir a proteção à saúde pública e preservação dos interesses dos consumidores".

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Carne de frango com Salmonella: relatório do RASFF da Comissão Europeia elencou o Brasil como "top 10" de rechaços nas fronteiras do UE

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Carne de frango com Salmonella: relatório do RASFF da Comissão Europeia elencou o Brasil como "top 10" de rechaços nas fronteiras da UE

Brasil: "Top 10 - number of notifications by country of origin". É preciso fiscalização agropecuária pública — credibilidade e confiabilidade — plena e de excelência. É preciso valorizar o fiscal agropecuário público

 

Fonte: The Rapid Alert System for Food and Feed 2017 Annual Report

 

Conforme a notícia Poultry issues dominate European Commission Rapid Alert System for Food and Feed annual report do britânico Poultry World de 26 de setembro, de acordo com um relatório animal recém-publicado pelo European Commission's Rapid Alert System for Food and Feed (RASFF) da Comissão Europeia, os rechaços (notificações) nas fronteiras da União Europeia (UE) foram dominados pelos problemas encontrados na carne de frango e seus derivados.

O relatório final chamado The Rapid Alert System for Food and Feed 2017 Annual Report mostra que em 2017 o RASFF registrou 3.832 rechaços nas áreas de fronteiras, que visaram a segurança alimentar e a prevenção de riscos; destes, 942 foram classificados como "alerta", situação que estabelecia um risco grave para a saúde das pessoas e contra os quais foi necessária uma rápida ação da fiscalização agropecuária europeia.

Salmonella em carne de frango — Os tipos de risco que mais preocuparam a RASFF da Comissão Europeia vincularam-se à contaminação da carne de frango pela bactéria Salmonella. Em 2017, os rechaços de produtos à base de carne de frango contaminados por essa bactéria, além da contaminação do peixe-espada por mercúrio, foram os problemas mais frequentes relatado pelos controles oficiais de segurança alimentar nas fronteiras da União Europeia (UE). 

Resíduo do agrotóxico fipronil em ovos — O  RASFF também registrou um elevado número de rechaços relacionadas ao resíduo do agrotóxico fipronil em ovos, devido ao seu ilegal uso como "biocida". O problema do fipronil resultou na "troca mais intensa de informações" na história do RASFF e ajudou a rastrear e a remover os ovos contaminados com essa substância ilegal do mercado consumidor.

 

A Comissão Europeia, antes de eliminar 20 frigoríficos de carne de frango do Brasil, exigiu 100% de controles prévios para detecção de Salmonella

Conforme a notícia Exportação de carne: Comissão Europeia auditou o Brasil no início de 2018 desta associação de classe de 31 de julho, na Seção Antecedentes do relatório de auditoria DG(SANTE)2018-6460 efetuado pela Directorale-General for Health and Food Safety (DG)SANTE da Comissão Europeia foi descrito que a Polícia Federal desencadeou investigações na Operação Carne Fraca para descobrir irregularidades nos principais estados produtores de carne, envolvendo grandes FBOs (food business operators) e alegada corrupção entre servidores públicos. Esta situação levou a Comissão Europeia a realizar uma auditoria em maio de 2017, referente (DG(SANTE) 2017-6261. Esta auditoria identificou uma série de deficiências críticas, levantando sérias questões sobre não apenas a confiabilidade das garantias oferecidas pelos responsáveis brasileiros para abordar as recomendações anteriores de auditoria, mas mais geralmente sobre a credibilidade geral dos controles oficiais existentes e nas garantias fornecidas e atestadas em relação à carne e seus derivados que eram exportados à UE, que impediu a suspensão de todas as exportações de carne de cavalo; a suspensão da inclusão de novos frigoríficos autorizados para exportarem à UE e a exigência de 100% de prévios controles de detecção de Salmonella na carne de afrango, preparados de carne e produtos à base de carne para a exportação à União Europeia (UE).

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Opinião da Direx: Paraná, suspensão da vacinação, área livre de febre aftosa, equipe gestora e fiscalização agropecuária pública

Afisa-PR

Opinião da Direx: Paraná, suspensão da vacinação, área livre de febre aftosa, equipe gestora e fiscalização agropecuária pública

A "suspensão da vacinação, reconhecimento e manutenção de zona livre de febre aftosa sem vacinação" deve ser condicionada à comprovação de adequada prestação de serviço público na fiscalização do trânsito de animais e seus produtos derivados

Opinion of Direx: Paraná, suspension of vaccination, foot-and-mouth disease free area, management team and public agricultural inspection & "Suspension of vaccination, recognize and maintenance of a foot-and-mouth disease-free zone without vaccination" must be conditional upon proof of adequate public service provision in the surveillance of the transit of animals and their products derived

 

Imagem crédito: www.gmoutlook.com

 

No Diário Oficial do Estado de 13 de setembro, Edição 10273, páginas 29-30, publica a Portaria 248/2018 da autarquia de fiscalização agropecuária do estado que designa uma equipe gestora para um Plano Estratégico do Programa Estadual de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PEFA) no âmbito do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA), com vistas "à suspensão da vacinação, reconhecimento e manutenção de zona livre de febre aftosa sem vacinação", que são antigas propostas do governo estadual e "ideias-força" do sindicato ruralista patronal. Porém, "suspensão da vacinação, reconhecimento e manutenção de zona livre de febre aftosa sem vacinação" à revelia da Instância Central do Brasil, da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e, sobretudo, de uma adequada prestação de serviço público em fiscalização agropecuária?

Essa equipe gestora, integrada por comissionados com deveres de lealdade e confiança, entre outras coisas, comprovará documentalmente a existência física e plena funcionalidade de cada um dos supostos 33 postos de fiscalização do trânsito de animais, vegetais e seus produtos derivados ao longo das regiões de fronteiras interestaduais do Paraná com Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul?

A Instância Central do Brasil comprovará documentalmente que cada um desses supostos postos estarão plenamente conformados ao Decreto 5.741, ou seja, nenhuma deles representará qualquer prejuízo à vigilância do trânsito interestadual de animais e vegetais?

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Proposta de projeto de lei para promover de justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

Afisa-PR

Proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

Alteração de dispositivos das Leis 17.187 de 2012 e 18.177 de 2014 que dispõem sobre a carreira de fiscalização da defesa agropecuária do Paraná. Não é mais possível que os fiscais agropecuários do Paraná sejam tão injustiçados, visto que merecem uma carreira própria capaz de também promover plena dignidade, respeito, valorização profissional e justiça remuneratória

 

 

A proposta da Afisa-PR para promover justiça remuneratória

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) apresenta a versão inicial da proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná, com base na Regra 70%. Esta proposta foi construída conformada ao adverso contexto do serviço público estadual que impõe a imperiosa necessidade de priorizar reivindicações muito específicas e exclusivas à carreira de fiscalização da defesa agropecuária. Essa estratégia é necessária para que os justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários — especialmente a questão da justiça remuneratória — sejam viáveis e passíveis de execução.

A proposta em questão é simples para que seja executada pelo novo governo estadual a partir de 2019. É preciso saber aproveitar a vantagem da carreira de fiscalização da defesa agropecuária que é constituída por um contingente reduzido de fiscais agropecuários. Além do mais, a justiça remuneratória reivindicada beneficiará apenas uma parte da carreira, ou seja, sua base, que é indignamente assolada pela desvalorização profissional e pela injustiça remuneratória, uma situação inaceitável para um estado, cujos aspectos socioeconômicos, dependem significativamente do sucesso da sua agropecuária.

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) abre importantíssima discussão com os fiscais agropecuários de boa-fé, trabalhadores, comprometidos com a causa coletiva e com a preservação do interesse público em fiscalização agropecuária, independentemente de estarem ou não filiados ao associativismo de classe. Nesse intento, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) estabelece um amplo, suficiente e democrático cronograma para aperfeiçoar ainda mais a proposta em questão, visto que em janeiro próximo sua versão final será imediatamente protocolada junto ao novo governo estadual. Essa medida — o nosso Norte! — é fundamental para iniciar a luta por justiça remuneratória dos fiscais agropecuários do Paraná.

A proposta em questão é a única medida efetiva capaz de promover plena justiça remuneratória e, uma vez implementada, beneficiará o próprio interesse público do Paraná em fiscalização agropecuária, visto que permitirá a formação de inestimável quadro de fiscais agropecuários adequado, qualificado, estável e permanente.

 

Os alertas da Afisa-PR

Nada em benefício dos fiscais agropecuários deste estado foi conquistado sem trabalho e sem luta coletiva. Assim foi com a criação da autarquia de fiscalização agropecuária (que posteriormente revelou lamentável frustração em prejuízo da autonomia legal e técnica); com a criação da carreira própria — a superação da 1ª etapa da estratégia traçada pela Afisa-PR; com a manutenção do art. 43 da Lei 17.187 que permitiu a transformação dos cargos públicos em benefício de centenas de ex-defisianos com o posterior enquadramento na carreira própria — a superação da 2ª etapa da estratégia traçada pela Afisa-PR; com a luta pela publicação do ato de enquadramento e de tantas outras que foram travadas para preservar os justos e legítimos interesses do fiscal agropecuário deste estado.

Os fiscais agropecuários do Paraná não podem "viver" de promessas não cumpridas, portanto, a partir do ano que vem é necessário o início da luta coletiva pela conquista da 3ª etapa dessa estratégia que é a conquista da justiça remuneratória. Cada fiscal agropecuário de boa-fé, trabalhador, comprometido com a causa coletiva e com a preservação do interesse público em fiscalização agropecuária precisa lutar coletivamente pelos complementos da carreira própria — que ao longo dos últimos anos foram francamente obstados, dissimuladamente negados e absurdamente ignorados, principalmente, durante a "gestão" do "governo" Richa.

Não é mais possível que os fiscais agropecuários do Paraná continuem injustiçados, visto que  merecem uma carreira própria capaz de também promover plena dignidade, respeito, valorização profissional e justiça remuneratória. 

 

Encaminhamento dos aperfeiçoamentos e das sugestões

Os aperfeiçoamentos e as sugestões devem ser encaminhados para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.  dentro dos prazos fixados pelo cronograma. Neste espaço também serão feitas todas as atualizações e complementações necessárias.

 

Proposta para a versão intermediária (novembro) — 6 de outubro

Aperfeiçoamento 1 — inclusão do "art. 13. Ficam revogados o inciso III do artigo 26, o parágrafo 3º do art. 31 e o art. 33 da Lei n° 17.187, de 12 de junho de 2012".

Justificativa — Os critérios legais para o QPPE (Lei 13.666) não estabelecem qualquer restrição na promoção através da "quantidade de vagas nas classes". Assim sendo, a proposta para a versão intermediária (novembro) da Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) reivindicará a revogação total desse tipo de restrição (hoje prevista na Lei 17.187).

 

Conteúdo de dois protocolos vinculados às propostas dos gestores de plantão na defesa agropecuária do Paraná que visavam modificar a Lei 17.187 de 2012

Valendo-se da Lei de Acesso à Informação, na data de 8 de maio de 2018, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) solicitou — vide protocolo — a cópia integral do protocolo 14.935.957-7 que tratava da "minuta de anteprojeto de lei visando a alteração da Lei Estadual 17.187". Em resposta, a Secretaria de Estado da Administração e da Previdência do Paraná (Seap/PR), apresentou as cópias dos protocolos  14.842.694-5, de 21-9-2017, e 14.935.956-7, de 21-11-2017.

O Despacho 679/2018 do Departamento de Recursos Humanos (DRH) da Seap/PR, de 17-7-2018, vinculado ao protocolo 15.210.088-4, atesta:

 

3. Considerando que a solicitação da Associação refere-se à informações quanto a situação da referida proposta, cabe registrar que ambos protocolos, conforme despachos às fls. 17 (Prot. 14.842.694-5) bem como às fls. 74 (Prot. 14.935.956-7), por deliberação da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR foram devidamente arquivados.

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) também solicitou — vide protocolo — a cópia do protocolo 15.231.345-4 que era vinculado a uma outra proposta da autarquia que também visava alterar a Lei 17.187 de 2012. Em resposta à Afisa-PR, a Seap/PR anexou o despacho 189/2018. A Afisa-PR, discordando deste despacho, reiterou — vide protocolo — à Seap/PR pela apresentação da cópia do protocolo 15.231.345-4. Até hoje (15 de outubro), a Seap/PR não apresentou à Afisa-PR a cópia do protocolo 15.231.345-4.

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) alerta os fiscais agropecuários de campo que todas essas propostas não resolvem o crônico problema da injustiça salarial que prejudica a base da carreira de fiscalização da defesa agropecuária do Paraná, ainda mais que não houve reposição da corrosão inflacionária em 2017 e 2018.

A única proposta de justiça salarial capaz de promover plena justiça salarial para todos os fiscais da defesa agropecuária do Paraná está no bojo da que é atualmente construída pela Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária (Afisa-PR) a qual, no próximo dia 2 de janeiro, será protocolada junto ao novo governador.   

Modificado em 15-10-2018 em 15:01

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Afisa-PR restringe sua representatividade

Afisa-PR

Afisa-PR restringe sua representatividade

Antevendo o atual contexto de extremas dificuldades e de restrição no serviço público — que, infelizmente, será intensificado contra os quadros gerais com milhares e milhares de servidores públicos —, a Afisa-PR começou sua luta que durou quase 10 anos pela criação da carreira própria, típica e exclusiva de estado e seu complemento, ou seja, a posterior transformação de cargos públicos & enquadramento que hoje beneficia centenas de ex-defisianos

 

 

Com a recente alteração do seu Estatuto Social, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) passa a representar apenas os fiscais da defesa agropecuária vinculados à carreira própria. Essa medida corrobora com a lógica da carreira própria. O adverso contexto que enfrentamos contra o serviço público e, consequentemente, contra os servidores públicos, mostra claramente que os avanços em termos de valorização profissional com justiça remuneratória só serão possíveis em favor de carreiras muito específicas, exclusivas e típicas de estado e integradas por poucos servidores públicos.

Antevendo o atual contexto de extremas dificuldades e de restrição no serviço público — que, infelizmente, será intensificado contra os quadros gerais com milhares e milhares de servidores públicos —, a Afisa-PR começou sua luta que durou quase 10 anos pela criação da carreira própria, típica e exclusiva de estado e seu complemento, ou seja, a posterior transformação de cargos públicos & enquadramento que hoje beneficia centenas de ex-defisianos.

Os filiados remanescentes do Estatuto Social anterior, agentes profissionais, nas funções de engenheiro agrônomo e de médico veterinário, vinculados à Lei 13.666 de 2002, continuam representados pela Afisa-PR por período indefinido.

 

Notícias vinculadas:

31-7-2014 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & Mandado de segurança da Afisa-PR forçou a publicação do ato de enquadramento de ex-defisianos! [Sem ato de enquadramento os fiscais agropecuários do Paraná enquadrados na carreira fiscalização da defesa agropecuária estariam em inaceitável limbo jurídico!]

10-12-2013 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & ALEP mantém e promulga parte vetada da Lei 17.187/2012 [Justiça foi feita em favor dos fiscais agropecuários do Paraná!]

 

Veja também o  Facebook da Afisa-PR e   @AFISAPR da Afisa-PR

O caminho certo, inteligente e racional!

Afisa-PR

O caminho certo, inteligente e racional!

Temos reivindicações específicas e inerentes à nós e à carreira própria, portanto, devemos formar uma maioria para que a luta seja concentrada (e não dispersa em “entidade” balaio de gatos) para que nossos justos e legítimos interesses sejam conquistados!

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Diante do contexto atual existem caminhos aos de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público:

1 – O certo, inteligente e racional: que preconiza uma maioria informada, unida e organizada de forma específica e pontual pela (i) reconstrução do poder reivindicatório e (ii) pelo desenvolvimento da carreira própria — entenda-se os seus complementos na forma de dignidade, respeito, valorização e justiça remuneratória —; esta última medida deverá ser conquistada por intermédio de reivindicações prioritárias, viáveis, específicas e que não impactem significativamente o erário, visto que atenderão um número reduzido de pessoas. Foi justamente para viabilizar esta estratégia que lutamos quase 10 anos pela transformação/enquadramento em carreira própria e típica de estado!!

2 – O da canoa furada na forma de “entidade” balaio de gatos em prejuízo da lógica da carreira própria: traduzido pela aceitação de “entidade” balaio de gatos, com uma base ampla, com vários segmentos, várias carreiras, centenas de pessoas (a quantidade, no serviço público, joga contra!), vários interesses conflitantes e inconciliáveis, com centenas de pessoas e, obviamente, infiltrada e controlada por prepostos interessados no ilusório “projeto de poder”, para que a dominação seja imposta para evitar o emprego do poder reivindicatório que é encarado como uma “ameaça” ao ilusório “projeto de poder”, pois a “paz” de uma minoria depende da uma maioria obediente, submissa e incapaz de questionar e de reivindicar

Qual caminho é o certo, inteligente e racional que leve ao atendimento das justas e legítimas necessidades dos de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público? Não é difícil achar esse Norte, não é verdade?

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Diretor da Afisa-PR processa Adapar por dano moral

Afisa-PR

Diretor da Afisa-PR processa Adapar por dano moral

O diretor da Afisa-PR pede que seja indenizado em R$ 35.000,00. 

 

 

O diretor administrativo da Afisa-PR, Ricardo Nazario Timoteo Silva, que foi alvo de "processo administrativo disciplinar" do qual foi inocentado e que, posteriormente, no âmbito do Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR) motivou a instauração do inquérito civil nº MPPR-0076.15.000507-2 — respectivas Portaria e dilação de prazo —, para investigar a apuração de "suposta prática de atos de improbidade administrativa praticados pelos representados e outros indivíduos ainda não identificados em razão de perseguição indevida aos servidores da ADAPAR", e também de "realocação"1 através da já revogada "portaria 94— vide Recomendação Administrativa 03/2018 do MPPR —, processa por dano moral a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O diretor da Afisa-PR pede que seja indenizado em R$ 35.000,00. 

O diretor da Afisa-PR, inicialmente, processou os CPFs dos comissionados de confiança envolvidos nomeados pelo governo Richa e mantidos pela atual governadora, porém, o Judiciário entendeu que é o órgão público que deve ser objeto de processo. A Adapar já foi citada sobre a audiência no processo por danos morais, visto que o Judiciário conheceu2 a denúncia protocolada pelo diretor da Afisa-PR. 

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Opinião da Direx: o que patrocinam envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé

Afisa-PR

Opinião da Direx: o que patrocinam, envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé já são muito bem representados há 16 anos por uma política associativa autêntica, autônoma e independente! É esta altiva, honesta e verdadeira representação que tentam impedir no seio da categoria!

 

 

O que patrocinam, envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público. Lamentável, mas esta é a única verdade!  Vejam vocês: todos eles, sem exceção, comissionados ou ex-comissionados da situação já em fim de linha, pagos (ou já foram pagos) para atender exclusivamente os interesses da situação; interesses que evidentemente confrontam com as justas e legítimas reivindicações de todos os servidores envolvidos. Tanto é assim que eles jamais atenderam uma reivindicação que fosse feita pelos servidores envolvidos. Porém, eles têm tempo de sobra para “preparar” o “ambiente perfeito” para que os patrões a quem servem com lealdade incondicional entreguem o presente de grego — não é a ideia, o problema é o que se esconde por trás dela!

Essa turma toda trabalha para uma situação que, nos últimos anos, negou respeito, valorização profissional e justiça salarial; essa turma toda trabalha para uma situação que ontem (10) negou até os pífios 2,76% de “reajuste”, quando já nos deve 8,53% do ano passado, fora a diferença pendente da data-base de 2015!

Vejam vocês: um dessa turma, inclusive, também é candidato para não sei o que em uma “eleição” que, no nosso julgar, foi subtraída da parte legitima: ora, quem é bem orientado ou informado votará em “representante” que é comissionado da situação? Comissionado deve confiança e lealdade para quem o nomeou ou designou, e não para os servidores! Outro é sindicalista de longa data, porém, à luz do nosso conhecimento, nada fez até hoje de concreto ou relevante em favor da valorização profissional com justiça remuneratório que pudesse beneficiar os fiscais agropecuários de campo. Este sindicalista alguma vez ousou confrontar a situação? É claro que não! Prefere esconde-se atrás da sua imunidade sindical!

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) não permitirá que essa turma toda continue a atuar para tentar ultrajar uma legal e legítima associação de classe, que existe há quase 16 anos e que conta com um valoroso e riquíssimo  histórico de serviços prestados em benefício dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público! Não admitiremos também que essa turma toda continue a orquestrar a imposição de mais prejuízos contra os justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público, que se manifestam através de humilhação, de desrespeito, e de desvalorização profissional com injustiça remuneratória.

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