Porque eu não acredito em sindicato…

 

 

Por Ricardo Nazario T. Silva1

 

Nos últimos tempos, desde meados de 2015, têm surgido boatos que o "Eldorado" para os servidores da defesa agropecuária do estado seria a criação de "sindicato" próprio para os servidores da referida autarquia a que estão vinculados.

Porém, isto na minha opinião não passa de balela e rixa de alguns gestores oficialistas para com a Afisa-PR. Pois muitos dos supostos "criadores" ainda inexistente "sindicato gasparzinho" são ex-líderes da greve de 2011, do antigo departamento de fiscalização que antecedeu a autarquia e que hoje ocupam vistosos cargos de comissão, e que agiram de maneira opressora para "abafar, demolir, massacrar e punir", o princípio de movimento de greve entre os servidores, bem como, seus líderes,  que ocorreu em junho de 2015.

É muita cara de pau e demagogia. Como pode um ex-líder de greve, hoje comissionado, justamente tentar usar o direito constitucional de greve para querer punir servidores grevistas? Talvez ganhando mais de R$ 8 mil por mês de comissão sofra de amnésia seletiva ou mesmo mau-caratismo crônico.

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Desmistificando a educação sanitária

 

 

Por Ralph Rabelo Andrade

 

A Política Agrícola Nacional, estabelecida pela Lei Federal nº 8.171, de 17.01.1991, tem 19 ações e instrumentos que devem orientar-se pelos planos plurianuais, conforme prevê seu art. 4º. A Defesa Agropecuária é um desses instrumentos, discriminada nos arts. 27-A a 29-A da referida lei e na sua regulamentação, o Decreto Federal nº 5.741, de 30.03.2006. Já a formação profissional e educação rural também é um desses instrumentos, mas que não foi descrito na lei de política agrícola.

A Constituição Federal, no art. 62 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, estabeleceu que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural seria criado em lei. E foi. Em 23 de dezembro de 1991 foi publicada a Lei Federal nº 8.315 que dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) nos termos do art. 62 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Seu regulamento foi aprovado em 10 de junho de 1992 mediante publicação do Decreto nº 566, que aprova o Regulamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

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Controle da raiva: A prejudicial limitação imposta

 

 

Raiva, com esta não há segunda chance!

 

A raiva é uma zoonose fatal, causada por uma do gênero Lyssavirus, família Rhabdoviridae, que pode ser transmitida dos animais infectados aos seres humanos, através da saliva infectada desses animais, seja por lambeduras, mordeduras ou arranhões. A raiva afeta os animais de produção como bovinos, ovinos, caprinos, suínos, equinos e também os animais domésticos como cães e gatos, além de animais silvestres. As aves não são afetadas pela raiva.

A única forma de estar livre da doença é a prevenção, através da vacinação dos animais susceptíveis com a vacina antirrábica e o controle da população de morcegos hematófagos da espécie Desmodus Rotundus, captura esta que no Brasil é de responsabilidade do poder público, através de seus órgãos de defesa agropecuária estaduais. No Paraná este trabalho é realizado pela autarquia de defesa agropecuária do estado.

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Os bárbaros de 1692

 

 

Por Ralph Rabelo Andrade

 

Se você ainda não teve oportunidade, assista ao filme As Bruxas de Salém, de 1996. Baseado em uma história real, trata de um dos últimos julgamentos de pessoas, a maioria mulheres, pela prática da bruxaria. O que hoje soa absurdo, em 1692 possuía contornos dramáticos no pequeno povoado de Salém, Massachusetts: 150 pessoas foram presas e 20 julgadas culpadas e executadas. Uma das cenas que mais me marcou nesse filme foi quando representantes da “justiça” marcavam as portas das casas dos suspeitos por bruxaria (com sangue, acho) para identifica-los – e, claro, segrega-los. Esse mesmo comportamento seria repetido no regime totalitário de Hitler contra os judeus.

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