Divide e impera

* Por Rudmar Luiz Pereira dos Santos

 

 

Usam-se em torno da Afisa-PR e vençam! 

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) é uma associação de classe muito atuante e muito forte, visto que é autônoma e independente. A Afisa-PR não tem rabo preso e seus únicos e inalienáveis propósitos são o exercício da defesa dos justos e legítimos interesses dos seus filiados — e, extensão, de todos os fiscais agropecuários de campo de boa-fé — e a preservação do interesse público em fiscalização agropecuária pública, tão maltratada neste estado. 

A quem não interessa uma Afisa-PR cada vez mais atuante e forte? Não é nem preciso desenhar! Isso não interessa àqueles que são pautados por ambições individualistas que têm “projeto de perpetuação no poder”— ou acesso a ele — em confortáveis nichos. Os adversários da livre associação autêntica e independente entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé têm contra a Afisa-PR uma sólida ameaça às suas intenções de “perpetuação no poder” — ou de acesso a ele! Eles sabem muito bem que a Afisa-PR é (e sempre será) opção para o fiscal agropecuário de campo de boa-fé que deseja representação autêntica, autônoma, competente, honesta, verdadeira e independente. A sólida disposição da Afisa-PR em ser honesta e virtuosa, claro, constituí uma formidável ameaça às ambições individualistas de “perpetuação no poder” — ou acesso a ele — em confortáveis nichos; trata-se de setores (células!) fragrantemente desconectados do interesse público e sem efetivo interesse de promover plena valorização profissional com justiça salarial em benefício os fiscais agropecuários de campo de boa-fé.

Diante dessa situação, de incomoda presença da Afisa-PR, o que fazem? Atuam para dividem e imperar! Eles sabem que a Afisa-PR não abandona suas justas e legítimas bandeiras de luta; desta forma, eles atuam, e isso não é nenhuma novidade — isso sempre aconteceu em anos de eleição de uma nova DIREX na Afisa-PR —, no recrudescimento de destrutivas tentativas que visem impedir que os ficais agropecuários de campo de boa-fé tenham acesso à representação classista autêntica e independente via a Afisa-PR.

Para não fugir a essa “regra”, os inimigos da livre associação autêntica e autônoma entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, e suas células teleguiados, fomentam não é de hoje a criação de um “novo sindicato” e de uma “nova associação” na “dose ilusão” de “concorrer” com a Afisa-PR, quem sabe, na esperança de “erradicá-la do sistema”, com isso, pôr um fim às críticas e aos dissensos construtivos,  autônomos e independentes que visam unicamente preservar o interesse público e a conquista de plena valorização profissional com justiça remuneratória para todos os fiscais agropecuários e não apenas para uma minoria em final de carreira.

Alertamos: Certas pessoas, todas conhecidas de vocês, atuam contra os justos e legítimos interesses da própria categoria. No afã de fragmentar e enfraquecer vocês, há muito tempo insistem no fomento de criação de um “novo sindicato” balaio de gatos ou de uma “nova associação”, porém, obviamente, caso criados, serão mais do mesmo, ou seja, serão entidades aparelhadas por prepostos de governos, infiltradas por pelegos e desconectadas do trabalho autêntico e honesto pela conquista de plena valorização profissional com justiça salarial para todos os fiscais e não apenas para uma minoria em final de carreira.

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A Afisa-PR sempre será opção para o fiscal agropecuário de campo de boa-fé

 

  

 

Por Rudmar Luiz Pereira dos Santos*

 

A Afisa-PR é opção para o fiscal agropecuário de campo de boa-fé que deseja representação autêntica, autônoma, competente, honesta, verdadeira e independente. Os inimigos da livre associação autêntica e independente entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé sabem que a Afisa-PR jamais abandonará essas bandeiras de luta. 

Diante dessa situação, de incomoda presença da Afisa-PR, o que fazem? Atuam para dividem e imperar! Eles sabem que a Afisa-PR não abandona suas justas e legítimas bandeiras de luta; desta forma, eles atuam, e isso não é nenhuma novidade — isso sempre aconteceu em anos de eleição de uma nova DIREX na Afisa-PR —, no recrudescimento de destrutivas tentativas que visem impedir que os ficais agropecuários de campo de boa-fé tenham acesso à representação classista autêntica e independente via a Afisa-PR.

Para não fugir a essa “regra”, os inimigos da livre associação autêntica e autônoma entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, e suas células teleguiados, fomentam não é de hoje a criação de um “novo sindicato” e de uma “nova associação” na “dose ilusão” de “concorrer” com a Afisa-PR, quem sabe, na esperança de “erradicá-la do sistema”, com isso, pôr um fim às críticas e aos dissensos construtivos,  autônomos e independentes que visam unicamente preservar o interesse público e a conquista de plena valorização profissional com justiça remuneratória para todos os fiscais agropecuários e não apenas para uma minoria em final de carreira.

Alertamos: Certas pessoas, todas conhecidas de vocês, atuam contra os justos e legítimos interesses da própria categoria. No afã de fragmentar e enfraquecer vocês, há muito tempo insistem no fomento de criação de um “novo sindicato” balaio de gatos ou de uma “nova associação”, porém, obviamente, caso criados, serão mais do mesmo, ou seja, serão entidades aparelhadas por prepostos de governos, infiltradas por pelegos e desconectadas do trabalho autêntico e honesto pela conquista de plena valorização profissional com justiça salarial para todos os fiscais e não apenas para uma minoria em final de carreira.

Porém, a Afisa-PR alerta certas pessoas que fomentam a criação de uma “nova associação”: havendo quaisquer conflitos de identificação e de representação a Afisa-PR entrará com processo judicial de embargo contra qualquer "nova associação" que seja!!

Com base na orientação do advogado que presa auxílio jurídico à Afisa-PR:

a) Não é possível que essas pessoas usem "mesmo nome" da Afisa-PR. Terão que escolher outro nome, quem sabe "associação dos aliados prepostos de governos" ou coisa similar e

b) Havendo conflito de identificação (nome) e de representação, a Afisa-PR ingressará com imediato processo judicial de embargo contra qualquer "associação". Essa providência é justa e legítima.

A Afisa-PR não é contrária à criação de qualquer que seja o sindicato ou a associação, pois julga isso importante (porém, se forem entidades aparelhadas por prepostos de governos e infiltradas por células nocivas e pelegas, obviamente, não serão bem-vindas e serão criticadas pela Afisa-PR por se comportarem desta forma) e é também um direito constitucional incontestável, porém, a Afisa-PR jamais abrirá mão de sua identificação e da sua representação.

Não obstante essas “criações” traduzirem em fragmentação e enfraquecimento da categoria, a Afisa-PR acredita que isso será muito benéfico para si mesma que os boicotadores da livre e autêntica associação entre os fiscais de campo de boa-fé, teleguiados — e todos vocês sabem muito bem por qual setor —, criem um “novo sindicato” ou uma “nova associação”; cada fiscal agropecuário mais argutos finalmente terá condição de comparar, anotar as diferenças de comportamento e perceber quem é quem na ordem do dia. 

Pois que criem essas “novas entidades”; os boicotadores da categoria “são livres” para fragmentá-la e enfraquecê-la. Porém, no futuro não muito distante, quando a categoria estiver mais do que afundada em desvalorização profissional com injustiça salarial, que assumam também todas as consequências de seus tresloucados atos!

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Desmistificando a educação sanitária

 

 

Por Ralph Rabelo Andrade

A Política Agrícola Nacional, estabelecida pela Lei Federal nº 8.171, de 17.01.1991, tem 19 ações e instrumentos que devem orientar-se pelos planos plurianuais, conforme prevê seu art. 4º. A Defesa Agropecuária é um desses instrumentos, discriminada nos arts. 27-A a 29-A da referida lei e na sua regulamentação, o Decreto Federal nº 5.741, de 30.03.2006. Já a formação profissional e educação rural também é um desses instrumentos, mas que não foi descrito na lei de política agrícola.

A Constituição Federal, no art. 62 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, estabeleceu que o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural seria criado em lei. E foi. Em 23 de dezembro de 1991 foi publicada a Lei Federal nº 8.315 que dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) nos termos do art. 62 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Seu regulamento foi aprovado em 10 de junho de 1992 mediante publicação do Decreto nº 566, que aprova o Regulamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

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Porque eu não acredito em sindicato…

  

 

Por Ricardo Nazario T. Silva*

Nos últimos tempos, desde meados de 2015, têm surgido boatos que o "Eldorado" para os servidores da defesa agropecuária do estado seria a criação de "sindicato" próprio para os servidores da referida autarquia a que estão vinculados.

Porém, isto na minha opinião não passa de balela e rixa de alguns gestores oficialistas para com a Afisa-PR. Pois muitos dos supostos "criadores" ainda inexistente "sindicato gasparzinho" são ex-líderes da greve de 2011, do antigo departamento de fiscalização que antecedeu a autarquia e que hoje ocupam vistosos cargos de comissão, e que agiram de maneira opressora para "abafar, demolir, massacrar e punir", o princípio de movimento de greve entre os servidores, bem como, seus líderes,  que ocorreu em junho de 2015.

É muita cara de pau e demagogia. Como pode um ex-líder de greve, hoje comissionado, justamente tentar usar o direito constitucional de greve para querer punir servidores grevistas? Talvez ganhando mais de R$ 8 mil por mês de comissão sofra de amnésia seletiva ou mesmo mau-caratismo crônico.

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Os bárbaros de 1692

 

 

Por Ralph Rabelo Andrade

Se você ainda não teve oportunidade, assista ao filme As Bruxas de Salém, de 1996. Baseado em uma história real, trata de um dos últimos julgamentos de pessoas, a maioria mulheres, pela prática da bruxaria. O que hoje soa absurdo, em 1692 possuía contornos dramáticos no pequeno povoado de Salém, Massachusetts: 150 pessoas foram presas e 20 julgadas culpadas e executadas. Uma das cenas que mais me marcou nesse filme foi quando representantes da “justiça” marcavam as portas das casas dos suspeitos por bruxaria (com sangue, acho) para identifica-los – e, claro, segrega-los. Esse mesmo comportamento seria repetido no regime totalitário de Hitler contra os judeus.

A discriminação em razão de o indivíduo pertencer a determinado grupo social sempre aconteceu durante a história da humanidade. Isso não significa que seja razoável, aceitável ou tolerável. Homicídios também são históricos.

A discriminação de determinados grupos (mulheres, homossexuais, judeus, negros etc.), por si só, não significa muita coisa, é uma mera segregação em razão de determinada característica, assim como separar as calças das camisas dentro do guarda-roupa. O problema é que se sucede: essa segregação servirá para classificar os indivíduos e trata-los de formas distintas conforme a classificação obtida. Aos pertencentes àquela categoria dar-se-á determinado tratamento e aos outros outro tratamento.

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