Opinião da Direx: a perda do significativo mercado de carne da Rússia

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Opinião da Direx: a perda do significativo mercado de carne da Rússia

O Brasil respondia por 90% da carne suína importada pela Rússia! Hoje, corresponde a 0%! E os responsáveis?

 

Crédito imagem: GlobalMeat News

 

Esse é o salgado preço cobrado quando não se faz opção por uma fiscalização agropecuária pública plena e de excelência...  E não há solução para esse problema enquanto uma atividade exclusiva de Estado e que deveria contar com plena autonomia legal e técnica é prejudicada pela interferência da política partidária (nomeações de comissionados etc.) e pela ingerência do setor privado (a Operação Carne Fraca etc. que o diga).

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR), no começo de 2018, não obstante o lado embargado tivesse manifestado o contrário, acertou em opinar que a Rússia não levantaria as sanções à carne brasileira, afinal, “o Rosselkhoznadzor não é uma agência comercial ou uma estrutura política”.

[Tradução livre] Conforme notícia Russia's meat imports continue to shrink (por Vladislav Vorotnikov) da GlobalMeat News, a Rússia importou 203,5 mil toneladas (t) de carne durante o primeiro semestre de 2018, uma queda de quase 70% em comparação com o mesmo período de 2017, informou o Serviço Federal de Alfândega (Federal Customs Service - FCS) em seu site em 15 de julho.

As importações de carne suína caíram mais de quatro vezes, para 36.300t, de 147.700t importadas para a Rússia durante o primeiro semestre de 2017, estimou o FCS. Enquanto isso, as importações de carne de frango caíram para 52.800t, de 52.600t no ano anterior, enquanto as importações de carne bovina reduziram ligeiramente para 134.400t, de 156.600t no primeiro semestre de 2017, informou a FCS.

A queda nas importações de carne foi principalmente associada às restrições impostas contra o Brasil pelo serviço federal Rosselkhoznadzor em novembro de 2017. O Brasil exportava uma média de 22.000t de carne suína e 12.000t de carne bovina por mês para o mercado russo, segundo estimativas do Serviço Estatístico da Rússia (Russian State Statistics Service - Rosstat).

Antes dessas restrições, o Brasil respondia por 90% da carne suína importada pela Rússia, acrescentou o Rosstat.

Modificado em 20-7-2018 em 19:39

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EUA: primeira carne produzida em laboratório poderá chegar ao mercado consumidor em três anos

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EUA: primeira carne produzida em laboratório poderá chegar ao mercado consumidor em três anos

Pesquisa entre consumidores norte-americanos aponta que a maioria quer que a carne de laboratório seja claramente rotulada

 

Crédito imagem: https://gizmodo.com

 

[Tradução livre] Segundo a notícia Public overwhelmingly favors term ‘lab-grown’ over ‘clean’ meat do Food Safety News de 16 de julho, O Consumer Reports, publicado pelo Consumers Union (Sindicato dos Consumidores) sem fins lucrativos com 7 milhões de membros, informou na semana passada os resultados de uma pesquisa, mostrando que o público espera que a carne produzida em laboratório, a partir do cultivo de células animais, seja claramente rotulada. Os resultados mostram que o público não é favorável à linguagem daqueles que impulsionam esse novo produto.

“Por uma margem esmagadora, nossa pesquisa descobriu que os consumidores querem rótulos claros que identifiquem a carne produzida em laboratório a partir do cultivo de células animais”, disse o Dr. Michael Hansen, cientista sênior da Consumers Union, divisão de defesa do Consumer Reports.

“Os reguladores federais devem garantir que esses emergentes produtos alimentares sejam claramente rotulados para que os consumidores possam fazer escolhas informadas para suas famílias e facilmente distingui-los da carne convencional”.

A pesquisa por telefone da Consumer Reports descobriu que 49 por cento disseram que a nova carne deveria ser rotulada como “carne, mas acompanhada de uma explicação sobre como é produzida”, enquanto outros 40 por cento disseram que ela deveria ser rotulada como “algo diferente de carne”. Apenas cinco por cento acharam que deveria ser rotulado como carne “sem mais explicações”.

Essa nova tecnologia, que foi tema de um fórum da U. S. Food & Drug Administration (FDA) em 12 de julho, envolve a captura de células animais (apropriado para fins alimentícios) e a obtenção delas para se diferenciarem em um meio de crescimento adequado que contém vitaminas, lipídios, aminoácidos e hormônios de crescimento, incluindo fetos de bezerros.

Durante seu depoimento na reunião da FDA, Hansen observou que as cubas nas quais são cultivadas a carne de laboratório contêm células animais em uma grande solução nutritiva, que pode ser contaminada com bactérias causadoras de doenças, vírus, fungos e micoplasmas.

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Opinião da Direx: Brasil destacado como parte em declínio que integra a indústria avícola mundial

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Opinião da Direx: Brasil destacado como parte em declínio que integra a indústria avícola mundial

Somente com a adoção, em todas as instâncias institucionalizadas pelo Decreto 5.741,  de fiscalização agropecuária pública plena e de excelência, terá o poder de impedir que os países embargantes utilizem as atuais inadequações como motivo legal/técnico irrefutável para aplicação de suspensões, embargos e bloqueios... afinal, a quem interessa enfraquecer a fiscalização agropecuária pública?

Opinion of the Direx: Brazil seconded as part in the poultry industry decline & Only with  adoption, in all instances institutionalized by Decree 5.741, agricultural and public oversight of excellence, will have the power to prevent the countries use the current inadequacies as a technical/legal irrefutable for suspensions, embargoes and blocks... After all, who cares to weaken the agricultural supervision?

 

 

A indústria avícola do Brasil em declínio... como impedir seu aprofundamento? Somente com a adoção de fiscalização agropecuária pública plena e de excelência —  a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR)  sugere algumas medidas corretivas — como estratégia de ação e objetivo político para reverter esse contexto de franco declínio. Porém, não com o status quo, indicado e sustentado pela política partidária e pelo setor privado, em turno na seara pública.

Segundo as notícias “Rabobank results: poultry industry set for global turmoil” (por Ashley Williams) de 28 de junho da GlobalMeat e “Rabobank: Global poultry trade volatility to continue” & Several factors have led to major movements in trade streams and prices (por Krissa Welshans 1) de 28 de junho da Feedstuffs, o Brasil é destacado como parte em declínio que integra a indústria avícola mundial em declínio. Para Nan-Dirk Mulder, analista sênior de proteína animal do RaboResearch, o comércio avícola global é “altamente volátil” e espera que a “turbulência” continue até o 2º semestre de 2018.

Entre seus diversos destaques, Mulder relata que as exportações brasileiras de carne de frango devem cair 10% e a produção 3%, como “resultado de vários fatores”, tais como o bloqueio da União Europeia que proíbe a exportação de 20 frigoríficos — 8 do Estado do Paraná — devido às “violações dos requisitos de importação” vinculados ao “controle de salmonelas”.

Para Mulder, esse bloqueio “afetou fortemente o mercado global” de carne de frango, pois a União Europeia é o principal importador deste produto.

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Opinião da Direx: o que patrocinam envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé

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Opinião da Direx: o que patrocinam, envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé já são muito bem representados há 16 anos por uma política associativa autêntica, autônoma e independente! É esta altiva, honesta e verdadeira representação que tentam impedir no seio da categoria!

 

 

O que patrocinam, envergonha, desvaloriza e prejudica os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público. Lamentável, mas esta é a única verdade!  Vejam vocês: todos eles, sem exceção, comissionados ou ex-comissionados da situação já em fim de linha, pagos (ou já foram pagos) para atender exclusivamente os interesses da situação; interesses que evidentemente confrontam com as justas e legítimas reivindicações de todos os servidores envolvidos. Tanto é assim que eles jamais atenderam uma reivindicação que fosse feita pelos servidores envolvidos. Porém, eles têm tempo de sobra para “preparar” o “ambiente perfeito” para que os patrões a quem servem com lealdade incondicional entreguem o presente de grego — não é a ideia, o problema é o que se esconde por trás dela!

Essa turma toda trabalha para uma situação que, nos últimos anos, negou respeito, valorização profissional e justiça salarial; essa turma toda trabalha para uma situação que ontem (10) negou até os pífios 2,76% de “reajuste”, quando já nos deve 8,53% do ano passado, fora a diferença pendente da data-base de 2015!

Vejam vocês: um dessa turma, inclusive, também é candidato para não sei o que em uma “eleição” que, no nosso julgar, foi subtraída da parte legitima: ora, quem é bem orientado ou informado votará em “representante” que é comissionado da situação? Comissionado deve confiança e lealdade para quem o nomeou ou designou, e não para os servidores! Outro é sindicalista de longa data, porém, à luz do nosso conhecimento, nada fez até hoje de concreto ou relevante em favor da valorização profissional com justiça remuneratório que pudesse beneficiar os fiscais agropecuários de campo. Este sindicalista alguma vez ousou confrontar a situação? É claro que não! Prefere esconde-se atrás da sua imunidade sindical!

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) não permitirá que essa turma toda continue a atuar para tentar ultrajar uma legal e legítima associação de classe, que existe há quase 16 anos e que conta com um valoroso e riquíssimo  histórico de serviços prestados em benefício dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público! Não admitiremos também que essa turma toda continue a orquestrar a imposição de mais prejuízos contra os justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, de conduta íntegra, trabalhadores e comprometidos com o bem comum e com o interesse público, que se manifestam através de humilhação, de desrespeito, e de desvalorização profissional com injustiça remuneratória.

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A participação da Unafa Federação na CNDA de Salvador-BA

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A participação da Unafa Federação na CNDA de Salvador-BA

O Questionário Unafa Federação de 2018 apresenta, por instância intermediária, as remunerações dos fiscais agropecuários, existência ou não de carreiras próprias, quantidades de fiscais agropecuários, etc.

  

 

A Federação Nacional dos Servidores a Fiscalização Agropecuária (Unafa Federação), que tem como visão "ser reconhecida como a instituição que congrega as entidades representativas dos profissionais que executam a defesa, fiscalização e inspeção agropecuária do Brasil" e como missão "Promover a união, o fortalecimento e a valorização da fiscalização agropecuária nacional", encaminhou à Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) a apresentação "Cenário Nacional das Entidades dos servidores da Fiscalização Agropecuária - 2018" que realizou na 6ª Conferência Nacional e 1ª Internacional em Defesa Agropecuária (CNDA) que aconteceu no início do mês passado em Salvador-BA.

A Unafa Federação também encaminhou à Afisa-PR o resultado do importantíssimo Questionário Unafa Federação de 2018, que contém informações estratégicas para o planejamento das ações integradas entre as entidades classistas estaduais que representam os respectivos fiscais agropecuários.

A categoria dos fiscais agropecuários do Paraná conta com a Federação Nacional dos Servidores da Fiscalização Agropecuária (Unafa Federação) para exerce uma função subsidiária, visto que não havendo sindicato da categoria na base territorial, a Unafa Federação pode figurar diretamente na negociação coletiva. 

 

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