Afisa-PR

Mensagem da Afisa-PR aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé

O preço da desunião

 

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) pergunta: como os  fiscais agropecuários de campo de boa-fé conquistarão plena valorização profissional com justiça remuneratória?

Vocês acreditam que conquistarão isso com a intermediação de prepostos de governos, aduladores, “lideranças” inexperientes etc.?

É  lógico e racional reforçar — isso sim! — a associação representativa de classe já existe há quase 16 anos, que é comprovadamente autônoma, autêntica e independente. Não será com balaio de gatos genérico, “ideia” de criação de “sindicato doutrinador” entre outras investidas cujo único propósito é o de enfraquecer a categoria. Para evoluirmos coletivamente é preciso contar com representação autêntica, autônoma e independente, capaz de atuar eficientemente na defesa dos justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé na preservação do interesse público em fiscalização agropecuária estatal.

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, sobretudo, os mais novos de carreira, precisam despertar para a realidade, que é adversa no contexto de serviço público do Paraná. Caso contrário, a categoria será vítima fácil dos que atuam ativamente para que vocês prescindam de associação de classe autêntica, autônoma e independente, pois o objetivo, primeiro é o de enfraquecê-la para impor “em seu vácuo” um “sindicato doutrinador” ou coisa parecida, evidentemente aparelhado por prepostos de governos, aduladores e pelegos infiltrados.

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) adverte: os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, sobretudo os mais novos de carreira, devem tomar extremo cuidado para não cair na armadilha que visa enfraquecer e fragmentar a categoria.  

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) é aliada incondicional dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé e não vista, como querem seus inimigos, como entidade classista a ser atacada e desmerecida. É justamente isso que pretendem aqueles que atrasam, oprimem, manipulam e subdesenvolvem a categoria.

Não há nenhum “vácuo” “deixado” pela Afisa-PR — como seus inimigos caluniosamente disseminam entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé —, pois a nossa associação de classe, com dedicação, competência, eficiência e trabalho ocupou todos os espaços possíveis no exercício da defesa dos justos e legítimos interesses da categoria e na preservação do interesse público em fiscalização agropecuária, inclusive, na França, junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). E a Afisa-PR irá novamente, caso seja necessário, à OIE, ao U. S. Department of Agriculture, à União Europeia (UE), ao Agricultura and Agri-Food Canada etc., enfim, onde seja necessário!

Não temos nenhum receito de exercer a defesa do interesse público em fiscalização agropecuária — e já provamos isso! — e muito menos de governos ou de seus prepostos! Temos conhecimento de causa; temos propostas viáveis para aperfeiçoar e desenvolver as obrigações institucionais executadas pelos fiscais agropecuários de campo deste estado — que são exclusivas, típicas de Estado e indelegáveis ao setor privado; dominamos o binômio legislação/tecnicidade em fiscalização agropecuária pública e, por isso, a razão sempre esteve, está e estará do lado certo!

Há sim um nocivo e prejudicial vácuo: o de inteira responsabilidade da “gestão” governamental que produziu inaceitável desvalorização profissional e humilhante injustiça remuneratória em detrimento de centenas de fiscais agropecuários de campo deste estado!

Enquanto a maioria dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé não somar força dentro da Afisa-PR pela sólida e inabalável construção de uma categoria autêntica, autônoma, independente, forte e respeitada, não será possível  nenhuma conquista e muito menos a reversão do adverso estado de coisas que impõe em prejuízo de centenas desrespeito e desvalorização profissional e injustiça remuneratória. É preciso buscar informação honesta! É preciso conscientização! É preciso se libertar da Síndrome de Estocolmo! 

Antecipamos nossas desculpas às demais vertentes de servidores que integram a fiscalização agropecuária deste estado, mas nossa entidade representativa classista tem a obrigação estatutária de exercer a defesa dos justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários de campo, especialmente, de seus filiados. 

Nesse sentido, a Afisa-PR conscientiza os fiscais agropecuários de campo de boa-fé filiados ou não para o que se segue:

 

1 – Os “grupos de discussão”

Existem estado afora “grupos de discussão”, com uns 250 integrantes, que difundem ideias tais como: “parar de executar as atividades institucionais da fiscalização agropecuária”; deflagração de “greve por tempo indeterminado”; veiculação da “carta de insatisfação” junto à classe política, às entidades e às lideranças da agropecuária estadual e que propagam a ideia de criação de “sindicalismo doutrinador”. 

No seu princípio, um desses “grupos de discussão” era formado apenas por fiscais agropecuários de nível superior, porém, em virtude da desculpa oficial do “recolhimento” da proposta governamental que visa reestruturar as tabelas de subsídios das carreiras da fiscalização agropecuária do estado, houve generalizado “sentimento de indignação”, em decorrência, tornou-se, podemos dizer assim, um grupo genérico, ou seja, constituído pelas demais vertentes de servidores da fiscalização agropecuária.

Entre as “medidas” que pelo menos um desses “grupos de discussão” faz circular, até o momento, a “mais concreta” é a veiculação de uma “carta de insatisfação” junto à classe política, às entidades e às lideranças (?) da agropecuária estadual além da “cobrança da retomada da análise” por parte do governo da proposta feita pela própria Autarquia a fim de reestruturar das tabelas de subsídios equivocadamente sobre o “novo” secretário e não sobre o gestor da Autarquia.

 

2 – Sobre as questões precitadas, o que julga a Afisa-PR

a) Os reajustes gerais anuais (RGAs) — data-base ou reajuste:

Em virtude das legislações aprovadas pelos deputados governistas na Assembleia Legislativa, os RGAs não serão concedidos nos anos de 2017 (calote já sacramentado e questionado pela Afisa-PR na Justiça estadual), 2018 e 2019.

A “próxima” data-base ou reajuste da categoria dos fiscais agropecuários do estado, portanto, está “prevista”, salvo nenhuma nova surpresa, para o distante 1º de maio de 2020.

Nem as iniciativas do FES, fórum que congrega 20 sindicatos estaduais, conseguiu até agora reverter a injustiça salarial promovida pelo governo. 

 

b) Proposta de deflagração de greve no serviço público:

Como a legislação vigente trata a greve no serviço público? Vejam em “Os dias parados por greve de servidor devem ser descontados, exceto se houver acordo de compensação” do próprio Supremo Tribunal Federal (STF)!

Nenhum governo, evidentemente, fará “acordo de compensação” como fomento de movimentos grevistas! Portanto, não haverá “acordo” e todos os servidores grevistas ficarão à mercê do desconto dos dias parados!

A Afisa-PR e os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, portanto, terão que trabalhar pela construção de outra alternativa reivindicatória viável — solidamente alicerçada em informação, união, organização, sólida cultura política, experiência e prática — à greve por tempo indeterminado.

Propor greve por tempo indeterminado e ignorar as restrições do STF evidencia a carência de experiência e de informações básicas sobre como é o funcionamento constitucional/legal/político do serviço público estatutário.

A Afisa-PR pergunta: como, sem conhecimento, sólida cultura política, experiência e prática é possível traçar eficazes estratégias reivindicatórias em favor da valorização profissional com justiça remuneratória?

 

c) Pensar em “união genérica” em torno de “sindicato doutrinador”: Um colossal erro estratégico que afundará a categoria dos fiscais agropecuários!

Pensar que se pode ter sucesso com “união genérica” em torno de “sindicato doutrinador”, ainda mais um não autêntico, não autônomo e não independente, será um colossal erro estratégico que afundará a categoria dos fiscais agropecuários: essa ideia é uma grande armadilha armada por aqueles que intencionam categoria enfraquecida, fragmentada e submissa.

Trata-se de literal fria, pois essas ideias diluem e estiolam dentro de um balaio de gatos o potencial de força reivindicatória — força esta que só existe em teoria, pois por culpa da desunião, desinformação, desprestígio contra a Afisa-PR, práticas repressoras e antidemocráticas, manipulação, infiltração etc., que vitima centenas de fiscais agropecuários de campo, não há força reivindicatória alguma capaz de pressionar por valorização profissional com justiça remuneratória.

Reflitam: a quem pode interessar enfraquecer e fragmentar a categoria dos fiscais agropecuários de campo de forma a retirar desta, pela armadilha do balaio de gatos, seu potencial reivindicatório? Sem nenhuma dúvida: aos prepostos de governos nomeados ou designados para controlar o topo da cadeia alimentar! O balaio de gatos — leia-se “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante — não levará os fiscais agropecuários de campo de boa-fé a nenhum patamar razoável em termos de valorização profissional com justiça salarial, muito pelo contrário: continuarão sendo literalmente parasitados pelas demais vertentes, claramente desorganizadas e sem similar poder reivindicatório, e pelas conduções e manipulações orquestradas pelo tipo da cadeia alimentar, como sempre aconteceu em momentos pretéritos e que hoje explicam a adversa situação por que passamos.

Caso a maioria dos fiscais agropecuários de campo já tivessem adquirido sólido discernimento estratégico, interesse pela informação, organização e união em torno da Afisa-PR, com isso agregando sólida bagagem em cultura política no âmbito do serviço público estatutário, certamente a maioria já estaria a somar força ao entorno de sua associação de classe, sua legítima representante, e não se alinhando, via cooptação ou omissão, aos prepostos de governos e seus aduladores. Digam não aos seus opressores: é preciso se curar da síndrome de Estocolmo!

 

d) “Carta de insatisfação” direcionada para quem?  

A “carta de insatisfação” fomentada nesses“grupos de discussão”, evidentemente, não deve ser direcionada à classe política, às entidades e às lideranças da agropecuária, ingenuamente consideradas como “capazes de fornecer justiça salarial”.

Justiça salarial? Saibam que foi o sindicato ruralista patronal (entre outras entidades) que intercedeu negativamente junto aos deputados estaduais, sobretudo, os da bancada governista, para que não aprovassem nenhum reajuste salarial (RGAs) em benefício da categoria dos fiscais agropecuários deste estado!

O sindicato ruralista patronal, um dos principais sustentáculos políticos da gestão governamental em curso para fiscalização agropecuária pública, portanto, comprovou que não é aliado coisa nenhuma dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé nas questões que envolvem plena valorização profissional com justiça remuneratória! A “carta de insatisfação” dirigida para este sindicato, para nós, é pura perda de tempo!

Essa “estratégia”, errática, comprova a desinformação, inexperiência, deficiência de discernimento estratégico e ausência de bagagem de cultura política no âmbito do serviço público estatutário. É com esse “time” que os fiscais agropecuários de campo e boa-fé pretendem “ganhar” a guerra da plena valorização profissional com justiça remuneratória??

 

e) A “carta de insatisfação” deve rumar para o endereço certo!!

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé desses “grupos de discussão”, certamente vitimados pela manipulação infiltrada, deixam-se conduzir e manipular sem atentar que as “cartas de insatisfação” devem rumar para outro endereço, ou seja, seu alvo certo! Mas não, dirigem-se para os alvos errados, comprovando assim, mais uma vez, que a síndrome de Estocolmo atrapalha a estratégia de ação de uma significativa parcela da categoria!

A “carta de insatisfação”, única, deve ser protocolada diretamente junto aos gestores públicos vinculados ao governo em turno que são responsáveis diretos pelo atual estado de coisas traduzido por desvalorização profissional com injustiça remuneratória; com cópias, — isso sim! — à classe política, às entidades e às lideranças da agropecuária! 

Dirigidos, oprimidos, manipulados e vítimas de infiltrados, uma parcela significativa de fiscais agropecuários de campo de boa-fé são infelizmente usados como literal bucha de canhão, pois os prepostos de governos, interessados apenas na manutenção de seus nichos de poder e conforto, ajudados pelos seus aduladores (estes interessados “no que sobrar” e em outras benesses), certamente, jamais colocarão suas assinaturas em qualquer que seja a “carta de insatisfação”.

Balaio de gatos é isso: susceptibilidade à condução, à manipulação e à infiltração!! Conflito de interesses!! Enfraquecimento e fragmentação da categoria! Diluição e estiolamento da formidável força reivindicatória dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé!!

 

f) Dirigidos, oprimidos, manipulados e vítimas de infiltração! 

Uma significativa parcela de fiscais agropecuários de campo de boa-fé são vítimas fáceis de setores que jamais estiveram, estão ou estarão integralmente comprometidos — pois, evidentemente, não podem assumir qualquer compromisso real com os de campo que envolva valorização profissional com justiça salarial que entre em conflito com a “política” do governo a que servem, em virtude dos seus deveres de confiança e lealdade junto àqueles que nomeou ou designou — com seu bem-estar coletivo materializado por ética, dignidade, respeito e valorização profissional com justiça salarial.

A errática “estratégia” imposta via as “cartas de insatisfação” é a de “bombardear” o lado errado e não os responsáveis diretos pela desvalorização profissional com injustiça remuneratória.

É preciso compreender que nenhum nomeado ou designado de confiança vinculado a governo pode se “rebelar” (exercer a defesa de seus subordinados em conflito com a “política” de governo em turno) contra aqueles que o nomeou ou designou!

 

g) Os “mentores” que atuam explicitamente para impor o “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante para tentar “inviabilizar” o associativismo de classe

Não é difícil perceber a explícita atuação dos “mentores” e seus fiéis aliados (muitos deles por conveniência e não por camaradagem) que agem para impor o “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante para tentar “inviabilizar” o associativismo de classe. Ora, há anos como prepostos de governo, por que esses “mentores” não conseguiram até agora viabilizar os complementos da carreira própria na forma de plena valorização profissional com justiça remuneratória? Isto em benefício coletivo dos fiscais agropecuários de campo! E não conseguiram mesmo dispondo, ao longo desses vários anos, o poder administrativo e político junto ao governo que servem.... Imaginem vocês o “poder de fogo” dessas pessoas quando passarem para o outro lado, o “lado” da categoria, travestidas de “sindicalistas”...

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé devem entender o básico: “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante, conformado para abortar e sabotar os justos e legítimos interesses de vocês, nas mentes confusas de seus idealizadores, só tem um “propósito prático”: enfraquecer, fragmentar e submeter a categoria e tentar tornar o ambiente “sem interferência” do associativismo de classe autêntico, autônomo e independente.

Vejam o caso de certas “lideranças” inexperientes e que recém-ingressaram no serviço público: claramente inexperientes, pois lhes faltam ainda o pleno conhecimento de como funciona a política no âmbito do serviço público estatutário. Estas pessoas apresentam-se, até de modo irresponsável, como “catedráticos” em criação de “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante. Essa pré-contaminação, digamos assim, é algo no mínimo muito estranho: antes mesmo de suas nomeações já foram direcionadas para a missão que visa enfraquecer e fragmentar a categoria para tentar impedir o livre associativismo autêntico, autônomo e independente manifestado pela Afisa-PR?

Ora, esses “catedráticos” em criação de “sindicato doutrinador” ou coisa semelhante não sabem ainda que já existem três sindicatos à disposição da categoria?? Para que mais um “sindicato”?? Para manter a categoria nas mãos de prepostos governamentais e de seus aduladores?? Para tentar tornar o ambiente “imune de interferência” da Afisa-PR e da sua política associativa autêntica, autônoma e independente?? Todas essas artimanhas, não se enganem, visam dividir para imperar, com o objetivo de impedir a plena valorização profissional com justiça salarial que prejudica justamente a base da carreira!!

 

h) Despertem! Aprendam! Evoluam! Desenvolva-se! Acabem com o amadorismo! Profissionalizem-se! A realidade que circunda vocês exige essas virtudes!

Significativa parcela dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé devem se curar da síndrome de Estocolmo e, com urgência, adquirir compreensão, discernimento e sólida bagagem de cultura política no âmbito do serviço público estatutário (não se atua em ritmo de “empresa privada”, em “parceria com o setor privado”, mas sim, em ambiente de serviço público estatutário e com poder de polícia administrativa). É preciso separar o joio do trigo, separar o que presta e o que não presta. É necessário compreender que apenas uma associação de classe forte, autêntica, autônoma e independente (e não “sindicato doutrinador” ou coisa parecida) tem condições de conquistar o complemento da carreira própria traduzido por valorização profissional com justiça remuneratória, com forma de libertação de uma longa caminhada (no mínimo 20 anos para alcançar a “sonhada” classe A) que hoje é injustamente imposta pela  injustiça salarial.

A Afisa-PR, para que tenha sucesso na conquista de plena valorização profissional com justiça remuneratória em favor do coletivo da categoria, precisa contar com o apoio da maioria dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé.

Por fim, alertamos: caso o aumento dos subsídios prometido pelos prepostos do governo em turno não se materializar no contracheque, os calotes salariais contra as RGAs de 2017 a 2019 imporão extremas dificuldades contra centenas de ficais agropecuários de campo de boa-fé.

Modificado em 24-5-2018 em 00:20

 

Anexos:

1 - Até quando aceitaremos o subdesenvolvimento contra a carreira própria?

2 -  Mensagem da Afisa-PR aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé

3 - Compilação de mensagens correlatas: Balaio de gatos ferve etc.

4 - Fiscais de campo de boa-fé: Não comam pelas mãos de prepostos de governos

5 - Fazem por merecem um puxão de orelha?

6 - O engodo do “sindicalismo” pelego e “promessa” de papai noel de “confiança”! [Vejam algumas manifestações que chegaram à Afisa-PR]

7 - É muito melhor ser "louco" que trouxa 110% manipulado!

8 - Mensagem da Afisa-PR [O preço do subdesenvolvimento de uma categoria]

9 - Embromation!

10 - É preciso que a verdade vença a guerra da narrativa! 

11 - Alerta da Afisa-PR aos afisianos que participam em grupos das promessas e dos ataques contra à livre associação entre os fiscais agropecuários de campo de boa-fé 

12 - “Aumento” da tabela de subsídios dos fiscais agropecuários estaduais: líder do governo na Assembleia Legislativa mudou sua opinião?? 

13 - Boicotadores da categoria e da livre associação entre fiscais de de boa-fé, no afã de fragmentar e enfraquecer a categoria, fomentam criação de genérica “associação

14 - Fiscais agropecuários de campo de boa-fé: Unam-se em torno da Afisa-PR e vençam!

15 - Subtração de dinheiro das escolas, promessa de “aumento”, menções honrosas etc.

16 - 1º de julho de 2018 - Não precisamos de "sindicato" pelego na categoria dos fiscais agropecuários do Paraná

 

Matérias vinculadas:

14-5-2018 - Direção Executiva (DIREX) & Mensagem da Direx nº 6/2018: Notícia "União Europeia (UE) publicou o Regulamento de Execução (UE) 2018/700 contra a carne do Brasil"

13-5-2018 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & Mensagem da DIREX aos de campo de boa-fé [É questão de escolha, simples assim. O de campo que almeja representação classista honesta, séria, competente, autônoma, independente e sem rabo preso, opta pela Afisa-PR que é 100% garantida!]

12-5-2018 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & Divide e impera

12-4-2018 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & A Afisa-PR sempre será opção para o fiscal agropecuário de campo de boa-fé

8-4-2018 - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) & Mensagem da Afisa-PR aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé [Balaio de gatos, desinformação, desorganização, desunião, inexperiência, incultura em política de serviço público, falta de estratégia, opressão, manipulação, infiltração, ingênua submissão à ideia de criação de “sindicato doutrinador” entre outras barbaridades...]

 

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