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Afisa-PR protocolou requerimento pela nomeação dos candidatos relacionados no Edital 30

É imprescindível para a fiscalização agropecuária do estado a nomeação dos candidatos relacionados no Anexo I do Edital 030 de 2018

 

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) protocolou requerimento — protocolo 15.273.995-8 — junto à governadora pela nomeação dos candidatos — 9 engenheiros agrônomos, 10 médicos veterinários, 36 técnicos agrícolas e 3 técnicos de laboratório — relacionados no Anexo I do Edital 030 de 2018.

Os candidatos convocados, segundo relataram, tiveram que suportar os custos da Avaliação Médica, viagem, hospedagem/alimentação, expedição de certidões etc. No final de abril, o governo estadual tinha veiculado propaganda dando conta de que “Os profissionais de nível superior e de nível médio ocuparão, respectivamente, vagas para o cargo de Fiscal de Defesa Agropecuária e de Assistente de Defesa Agropecuária, necessários para recompor os recursos humanos da área finalística da Adapar, condição necessária para a prestação dos serviços de vigilância, prevenção e controle de pragas e doenças de culturas e rebanhos de importância econômica para o Paraná, para a qualidade dos insumos e para a certificação de produtos agropecuários”.

Para a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) a manutenção da recente condição adquirida pelo Paraná de área livre de febre aftosa com vacinação depende essencialmente da solução do problema que envolve a defasagem de servidores públicos na fiscalização agropecuária.

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) relatou à governadora que a nomeação desses candidatos implica em baixíssimo impacto no erário e que o “O Brasil — e consequentemente o Paraná —, sem o certificado de país livre de febre aftosa com vacinação, exportava significativas quantidades de proteína animal para importantes países e para a UE. Agora, com a recente certificação de área livre de febre aftosa com vacinação, deixou de exportar significativas quantidades de carne para os EUA, Rússia e, sobretudo, no caso do Paraná, a UE. Portanto, não se trata somente da conquista e da manutenção de mercados externos, mas também o de oferecer serviços públicos plenos e de excelência em fiscalização agropecuária capazes de socioeconomicamente atender o estado, além da segurança alimentar da sua população”.

 

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