Imagem: Crédito 'Brasil 247'

 

"Era propina, ilícito. Ele me pedindo dinheiro, eu pedindo alguma coisa a ele no Ministério da Agricultura." (Joesley Batista)

 

O '247 Brasil', em matéria intitulada "Joesley: Eu pedia favores e Temer pedia propinas", afirma que "Em sua entrevista à jornalista Thais Oyama, publicada neste fim de semana, o empresário Joesley Batista revelou a natureza da sua relação com Michel Temer; 'Era propina, ilícito. Ele me pedindo dinheiro, eu pedindo alguma coisa a ele no Ministério da Agricultura', afirma; nunca antes na história do Brasil um ocupante da presidência da República foi acusado de forma tão direta por um grande empresário; em nota, Temer chamou Joesley de 'grampeador-geral da República' e recebeu uma dura resposta, imediatamente, ao ser classificado pelo dono da JBS como 'ladrão-geral da República'; na guerra entre os dois, Temer usa a máquina do Estado para quebrar a J&F e afastar a família do comando de suas empresas".

Comprova-se, portanto, que o setor privado (muito pelo contrário, visto que é alvo de polícia administrativa) não pode ser considerado, como querem certas autoridades de turno, "parceiro" da fiscalização agropecuária estatal.

 

Matéria vinculada:

01/09/2017 - Afisa-PR & Estado mínimo e a ilusória "modernização" da fiscalização agropecuária estatal 

 

  Acompanhe também o   Facebook da Afisa-PR