I – na – cre – di – tá – vel!

Onde está o "aumento" de 150%? A difícil realidade que prejudica a maioria dos fiscais agropecuários do estado, definitivamente, não é a do secretário da Fazenda de turno!

Os fiscais agropecuários do estado precisam, com urgência, a começar  trabalhar pesado pela consolidação no seio da categoria da união e organização do coletivo, para que seja possível resgatar o formidável potencial reivindicatório de uma categoria que é estratégica e imprescindível para o desenvolvimento do contexto socioeconômico do estado; sem esse fundamental resgate, a maioria dos fiscais tenderá à crescente humilhação decorrente da injustiça remuneratória, sobretudo, entre os fiscais em início e meio de carreira.

Essa é a verdade! Essa é a realidade! Esse é o dificílimo contexto da categoria dos fiscais agropecuários do estado! 

Não obstante a criminosa perseguição administrativa e política que sofre, a Afisa-PR faz a sua parte em favor da categoria, sempre com absoluta autonomia e independência, porém, é de fundamental importância que a maioria dos fiscais agropecuários do estado corresponda à expectativa do associativismo de classe, que almeja consolidar em favor da categoria, plena valorização profissional com justiça remuneratória.

Se os fiscais agropecuários do estado não reagirem, principalmente, aqueles que estão em início e meio de carreira, a questão remuneratória tenderá a se dramatizar diante de humilhantes, inadequadas e injustos subsídios... Advertimos que já presenciamos essa injusta situação (e mais de uma vez) no âmbito da fiscalização agropecuária do estado!

Atenção para esse alerta da Afisa-PR!

Vejam o que disse o secretário da Fazenda de turno na mídia paranaense: "'Os aumentos salariais concedidos a partir de 2011 até 2016, 2017, alcançam um percentual de 150%. Ninguém teve 150% de crescimento no seu salário ao longo desse período. Então, é importante que os servidores tenham um pouco de paciência, até porque eles estão ganhando muito bem, para que a gente possa fazer mais pelo restante da população. Nós temos 11 milhões de pessoas a serem atendidas, que pagam os seus impostos, e merecem que o estado aplique melhor os seus recursos', comentou o secretário. (...)" (PARANÁ RPC)