No Paraná, 14% do consumo de agrotóxicos no Brasil

 

 

De Olho nos Ruralistas

Agrotóxicos causam má-formação em bebês no Brasil e nos EUA, apontam estudos

Pesquisas mostram que tem aumentado risco de deformidades congênitas; abortos espontâneos no Paraná também estão relacionados ao uso de pesticidas

Por Izabela Sanchez

 

No Brasil, as notícias também não são nada boas. É o que descobriram pesquisadores do Instituto Fiocruz ao analisar a distribuição temporal das má-formações congênitas no Paraná, entre 1994 e 2004. O estudo descobriu nada menos que 41 pesticidas utilizados no Estado, com destaque para a região de Cascavel. Todos eles podem ter relação com diversas anomalias do nascimento.

Lidiane Silva Dutra e Aldo Pacheco lembram que no mercado brasileiro o uso de pesticidas cresceu cerca de 190% em 10 anos. O Paraná, um dos estados que mais utiliza os agrotóxicos, responde por 14% desse consumo. A substância mais utilizada no estado é o glifosato, também conhecido como roundup, menina dos olhos da gigante Monsanto (agora parte da corporativa Bayer, um negócio que custou R$ 66 bilhões à farmacêutica alemã).

O glifosato representa 27% dos venenos utilizados nas monoculturas paranaenses de grão, como a soja e o milho, analisadas pela pesquisa. Em segundo lugar vem a atrazina, também conhecida por outro nome: o herbicida Proof, produzido pela suíça Syngenta (a corporação foi comprada pela estatal chinesa estatal ChemChina por R$ 42 bilhões). A atrazina corresponde a 7,41% dos agrotóxicos utilizados no estado.

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Opinião da DIREX: Lei 17.187/2012 vs Teor do protocolo 14.842.694-5

 

 

A Afisa-PR comparou as "propostas de alteração da Lei Estadual nº 17.187/2012" contidas no protocolo nº 14.842.694-5 com a citada lei.

A análise feita pela Afisa-PR e colaboradores1 é "Lei 17.187 vs Protocolo 14.842.694-5".

Seguem, abaixo, as alterações mais importantes:

1 - Com relação à progressão horizontal por antiguidade: 

Com o precioso auxílio de servidores do QPA que vieram em socorro à Afisa-PR na interpretação da proposta de “alteração da Lei Estadual nº 17.187/2012” (protocolo nº 14.842.694-5), com relação à tese preliminarmente suscitada de que: 

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Download this file (A questão da progressão horizontal por antiguidade.pdf)A questão da progressão horizontal por antiguidade.pdf[Nova análise da proposta de alteração da lei da carreira indica que, em tese, em tese, NÃO HAVERÁ REDUÇÃO DA PROGRESSÃO HORIZONTAL POR ANTIGUIDADE INTERNÍVEIS.]849 kB
Download this file (Situação da Lei 17.187 diante teor protocolo 14.842.694-5.pdf)Lei 17.187 vs Protocolo 14.842.694-5[O protocolo 14.842.694-5, de 21/09/2017, encaminha "proposta de alteração da Lei Estadual nº 17.187/2012".]602 kB

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Carne de frango: Reino Unido é sacudido por mais um escândalo alimentar

 

Crédito imagem: The Guardian & Nick Ansell/PA

 

Segundo o jornal britânico The Guardian em reportagem intitulada “M&S, Aldi and Lidl suspend buying from chicken plant that fiddles kill dates”, grandes redes de supermercados suspenderam a compra de carne de frango do maior fornecedor do país, após uma investigação da Guardian e da ITV News, que encontrou evidências de que procedimentos de segurança alimentar foram adulterados.

A investigação conjunta, que envolveu a realização de gravações secretas durante um período de 12 dias úteis dentro da planta de abate do maior fornecedor do país, evidenciou que:

a)  Lotes de carne de frango devolvidos pelos supermercados eram reembalados e reenviados novamente para serem comercializados aos consumidores;

b) Partes de carne de franco caídas no chão do frigorífico eram devolvidas pelos trabalhadores à linha de produção;

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Opinião da DIREX: Redução da fiscalização estatal e privatização motivaram o mais recente escândalo alimentar no Reino Unido

 

 

Crédito imagem: The Guardian 

 

No Reino Unido, onde a falida doutrina neoliberal impôs com sucesso a falácia do “estado mínimo”, obviamente, ocorreu uma drástica precarização dos serviços públicos prestados pelo Estado. Estes, no atacado, foram delegados para o setor privado.

A fiscalização estatal britânica de produtos de origem animal não passou incólume ao neoliberalismo privatizante, e os fiscais agropecuários do Estado foram afastados e substituídos por empregados remunerados pelos  próprios frigoríficos, para que “efetuassem” a badalada, porém, sem-vergonha “autofiscalização privada”, o paraíso idealizado pelos fraudadores da segurança alimentar da população.  

Em carta ao The Guardian, o professor Emeritus Erik Millstone, Freeman Center, Universidade de Sussex, Brighton, Reino Unido, enaltece seu  jornalismo investigativo -  e o The Guardian ostenta um dos maiores graus de transparência na imprensa mundial - que resultou na denúncia sobre os deploráveis padrões de controle higiênico-sanitários em um dos mais importantes frigoríficos processadores de carne de frango do Reino Unido, e que fornece seus produtos para muitos dos seus principais supermercados.

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Opinião da DIREX: O calote contra a data-base de 1º de maio de 2018

 

 

Causa-nos estranheza o "tom de surpresa" contido na nota distribuída pelos sindicatos que compõem o FES.

Como nunca acreditamos na ilusória possibilidade de "negociação" com o atual governo (sic) representado pelos seus prepostos comissionados de confiança tratamos, isso sim, de desencadear ações práticas capazes de efetivamente garantir os justos e legítimos interesses dos nossos sócios.

 

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