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Bloqueios internacionais contra a carne do Brasil provoca fechamento temporário de plantas frigoríficas

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Bloqueios internacionais contra a carne do Brasil provoca fechamento temporário de plantas frigoríficas

Para evitar grave prejuízo socioeconômico do país é obrigatório, fundamental e imprescindível manter um eficiente sistema de fiscalização agropecuária pública

 

Crédito imagem: GlobalMeat

 

Com base na reportagem “Brazil trade unrest riscks further plant suspensions for Aurora” (por Ashley Williams) de 17 de maio da GlobalMeat, a Aurora instou o governo a restabelecer as exportações de carne ou arriscar adicionais suspensões temporárias de plantas frigoríficas, após o fechamento previsto de duas de suas plantas em Santa Catarina.

Segundo a GlobalMeat, a Aurora revelou que interromperá a produção em sua fábrica de Aberlado Luz entre 1º a 30 de junho, responsável por 13,4% do seu abate total, e que também fechará temporariamente a unidade de Guatambu entre 2 a 31 de julho, responsável por 12% da sua produção.

As proibições das exportações de carne à União Europeia e à Rússia farão com que novas interrupções ocorram em outras plantas em todo o Brasil, caso o governo não consiga restabelecer as exportações de carne.

Coletivamente, 2.674 pessoas trabalham nas plantas da Aurora, porém, a empresa alegou que não há previsão de demissão de trabalhadores.

“A medida tornou-se inevitável devido aos percalços que afetaram o mercado internacional e afetou todas as empresas avícolas brasileira desde agosto do ano passado”, disse a Aurora em um comunicado. “É imperativo adotar antecipadamente a paralisação temporária”.

Muitos setores avícolas brasileiros não conseguiram exportar para a Europa nos últimos dois meses de 2017. No mesmo período, a Rússia, grande compradora de carne do Brasil, também suspendeu suas importações.

“Como consequência desse cenário, grande parte da produção nacional destinada à exportação acabou permanecendo no mercado interno”, acrescentou o comunicado. “Neste estágio, a capacidade de armazenamento a frio, própria e de terceiros, atingiu seu limite, tornando imperativo reduzir temporariamente a produção”.

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Afisa-PR se posiciona absolutamente contrária à aprovação do pacotaço do agrotóxico

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Afisa-PR se posiciona absolutamente contrária à aprovação do pacotaço do agrotóxico

A Afisa-PR é contra o substitutivo da Comissão Especial sobre o Projeto de Lei 6.299 assinada pelo relator Luiz Nishimori (PR-PR). Setores interessados exclusivamente em bilionários lucros, na prática, querem revogar a Lei 7.802 para “liberar geral” o já pandêmico comércio e uso de agrotóxicos no Brasil  

 

Crédito imagem: Atlas “Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia”, por Larissa Mies Bombardi

 

Os ruralistas do agronegócio empresarial e patronal, através das suas bancadas no Congresso Nacional, locupletam-se do pacotaço do agrotóxico para centralizar do registro dos agrotóxicos em um único órgão para que os processos de registro saiam das mãos do ambiente científico e técnico para “o colo” da política partidária.

No Brasil, o setor econômico do agrotóxico “não dorme e se libera quantidade até 5 mil vezes maior do que Europa. Gigantescas multinacionais faturam 10 bilhões de dólares por ano vendendo agrotóxicos no Brasil. Em 15 anos o faturamento delas cresceu quase 400%.

As bancadas dos ruralistas1 no Congresso Nacional, através do pacotaço do agrotóxico, querem “liberar geral” em um ambiente pandêmico de uso e comércio e de extrema gravidade. Mesmo com a legislação vigente, teoricamente — o seu cumprimento, na prática, é adequadamente fiscalizado? — rigorosa no controle dos agrotóxicos, seu comércio e uso sofre com a falta de fiscalização e de ética profissional e os problemas se avolumam.

Segundo a Revista IHU On-line, “há fragilidade da Anvisa” no ambiente de registro — dados relativos à proteção da saúde humana — concomitante ao “uso indiscriminado de agrotóxicos” no Brasil.

Para agravar a situação, governos patrocinam leis que isentam de impostos o comércio de agrotóxicos e, em contrapartida, aumentam a tributação sobre os alimentos de verdade consumidos pela população.

Como dramático e pandêmico resultado, o Brasil é um país continental de monocultura banhado em agrotóxicos, portanto, não é nenhuma surpresa que seja também o “campeão mundial” do comércio e do uso de agrotóxicos e o paraíso para seus gigantescos conglomerados econômicos.

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Senadores dos EUA propõem projeto de lei bipartidário para facilitar o comércio interestadual da carne

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Senadores dos EUA propõem projeto de lei bipartidário para facilitar o comércio interestadual da carne

A concorrência da carne brasileira se organiza. Mais um aperto contra a carne sul-americana

 

 

Crédido imagem: Tri-State Neighbor photo by Janelle Atyeo & Uma embalagem de bacon é estampada com a etiqueta de inspeção estadual da carne de Dakota do Sul.

 

Segundo notícia de 14 de maio “Bill would OK interstate sales of state-inspected meat, poultry“ da Food Safety News, dois senadores norte-americanos propuseram um projeto de lei bipartidário para permitir o comércio de carne interestadual desde que inspecionada pelos programas estaduais chamado Meat and Poultry Inspection (MPI). O projeto de lei chama-se The New Markets for State-Inspected Meat and Poultry Act.  (Novos Mercados para a Lei de Carne e Aves Controladas pelo Estado – tradução livre).

Atualmente nos EUA existem 27 estados com programas de inspeção (MPIs) certificados pelo Food Safety Inspection Service (FSIS) do U. S. Department of Agriculture (USDA), que atendem ou excedem as exigências da inspeção federal. No entanto, os produtos processados ​​nos frigoríficos inspecionadas pelo estado aprovadas pelo FSIS, não podem ser vendidos através das fronteiras estaduais.

Para Kenny Graner, presidente da Associação de Pecuaristas dos Estados Unidos (United States Cattlemen’s Association), a aprovação da nova legislação do comércio interno de carne fortalecerá as economias locais, permitindo seu comércio interestadual pelo MPI. Essa condição, segundo ele, abrirá o acesso para novos mercados que estão indisponíveis devido as desatualizadas regulamentações federais vigentes.

Graner disse que a legislação federal vigente dá vantagem à carne importada sobre parte da carne produzida nos EUA:  “As instalações que operam sob o programa de inspeção estadual da carne precisam superar os mesmos obstáculos que os regulados pelo programa de inspeção federal. Para Dakota do Sul, isso significa que os 80 frigoríficos inspecionados pelo estado poderão vender carne através das divisas estaduais até as proximidades de Minnesota, Nebraska, Wyoming e outros ” e “A ideia de que a carne bovina aprovada de países sul-americanos possa ser comercializada em diferentes estados nos Estados Unidos, enquanto que a [pelo MPI] carne inspecionada pelo estado não pode ir de Dakota do Sul a Dakota do Norte, ilustra as desigualdades da nossa atual legislação”.

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As vulnerabilidades globais contra a exportação da carne

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As vulnerabilidades globais contra a exportação da carne

Os investidores do setor, se querem proteger seus ativos, devem exigir um maior progresso da indústria em questões como segurança alimentar, antibióticos e bem-estar animal. A Afisa-PR acrescenta à análise a imperiosa e inevitável promoção, por parte do Poder Público, de fiscalização agropecuária de excelência — e não a que só existe na “propaganda de governos de plantão”, prejudicada pela interferência da política partidária (nomeações de comissionados de confiança), enfraquecida pela ingerência do setor privado, adulteração da segurança alimentar como “lógica de mercado”, falha pela ausência de adequado investimento público, não eficiente pela falta de política de Estado permanente e de longo prazo etc.

 

Crédito imagem: Medium Corporation

 

Em seu artigo “The export factor: Investors warned of vulnerabilities in meat supply chain”1 (O fator de exportação: investidores alertaram para as vulnerabilidades na cadeia de suprimento de carne – tradução livre), publicado em 15 de maio pela Medium Corporation, Maria Lettini, diretora da Iniciativa FAIRR e ex-diretora das Américas dos Princípios para o Investimento Responsável, apoiados pela ONU, adverte que o setor da carne corre riscos comerciais, particularmente as proibições às exportações, e que esse fator não pode ser subestimado.

O mercado global da carne vale US$ 800 bilhões e é composto por uma “cadeia de suprimentos em labirinto” (“labyrinth supply chain”). Lettini cita como exemplo disso os mais de 700.000 bovinos franceses que a cada ano são embarcados para a Turquia e a Argentina que exporta mais de 55 milhões de bovinos para todo o mundo. Os matadouros intermediários processam a carne em um país antes de exportá-la para outro país a venda. Os perigos deste tipo de cadeia de fornecimento global vieram à tona no início deste mês, quando foi revelado que, nos últimos dois anos,  mais de 5.000 ovelhas morreram de estresse por calor enquanto eram transportadas da Austrália Ocidental para o Catar.

Para Lettini, certamente merecem mais investigações por parte dos investidores da exploração dos animais os exemplos recentes de proibições de exportação em transações pecuárias globais e seus principais impulsionadores de fatores potencialmente destrutivos.

Para ela, talvez, o maior problema na proibição das exportações de carne seja o da segurança alimentar. Segundo ela, as ações da maior exportadora de aves do mundo, a brasileira BRF, despencaram no mês passado (6%) depois que a União Europeia proibiu a exportação de carne de frango processada contra três de suas plantas. “Seus frigoríficos foram alvos de uma investigação por parte das autoridades brasileiras relacionada às supostas ações da sua administração para escapar de controles de segurança alimentar e ocultar níveis de salmonela em sua carne” (“The plants were targets of an investigation by Brazilian authorities related to alleged actions by BRF management to escape food safety checks and conceal levels of salmonella in its meat”).

Segundo uma associação brasileira de produtores de aves, nos últimos dez anos, mais de cinco milhões de toneladas de carne de frango foram exportadas para a União Europeia, e uma proibição mais ampla será devastadora para os produtores de carne de frango do Brasil.

Lettini afirma que esta não é a primeira vez que os produtores de carne do Brasil são duramente atingidos por uma proibição de exportação. No ano passado, o escândalo da carne podre (“rotten meat scandal”) provocou protestos dos consumidores, inúmeras proibições à importação de carne bovina brasileira e uma queda de “apenas 11% no preço das ações da maior processadora de carnes do mundo, a JBS” (“a single-day fall of 11% in the share price of the world’s largest meat processor JBS”). A empresa também foi forçada a interromper o processamento de carne bovina em todas as suas 36 fábricas, com exceção de três. A queda foi semelhante para a BRF, “que viu sua queda no preço das ações em 7%, quando o escândalo emergiu” (“which saw its share price drop by 7% as the scandal emerged”).

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Mensagem da DIREX aos de campo de boa-fé

Afisa-PR

Mensagem da DIREX aos de campo de boa-fé

É questão de escolha, simples assim. O de campo que almeja representação classista honesta, séria, competente, autônoma, independente e sem rabo preso, opta pela Afisa-PR que é 100% garantida! 

 

 

Chegam à DIREX muitas “novidades” vinculadas aos movimentos dos “poderosos” e das células pelegas que atuam sobre os de campo mais desinformados e iludidos.

Por várias vezes a Afisa-PR já se manifestou sobre a tenebrosa intenção em curso de fragmentar e enfraquecer os de campo de boa-fé. Agora chegou o momento de parar de se manifestar e esperar pelo cumprimento da promessa feita pelos “poderosos”. Caso não seja cumprida, quem sabe assim, os de campo mais desinformados e iludidos caiam na real.

No curto prazo não é possível a reversão da tenebrosa intenção em curso, pois a “cabeça” do grosso dos de campo — infelizmente, desinformado, enganado, iludido e inexperiente em política de serviço público — “está feita”.

Mais dois posts esclarecedores foram postados no nosso Facebook e no nosso Twitter (@AFISAPR) e mais duas matérias — A Afisa-PR sempre será opção para o fiscal agropecuário de campo de boa-féDivide e impera — publicadas no nosso site  (institucional/publicações/outros). Escrevemos com a “expectativa de reverter” as desinformações e as ilusões que são impregnadas em detrimento do grosso dos de campo? É óbvio que não! Escrevemos para desencargo de consciência e para que nossos escritos, com viés de alerta, fiquem devidamente registrados para o futuro, quando o grosso dos de campo, lamentavelmente, estiver no meio do pântano atolado na areia movediça até seu pescoço (e isso, infelizmente, não demorará muito para que aconteça).

O grosso dos de campo colherá o que semeia hoje, ou seja, as sementes “dos gabinetes” da fragmentação e do enfraquecimento da categoria. Não foi por falta de alerta! Paciência!

A Afisa-PR tem compromisso honesto e sério com a defesa dos justos e legítimos interesses dos seus filiados e com a preservação do interesse público em fiscalização agropecuária estatal. Porém, até isso os “poderosos” e as células pelegas tentam impedi-la de fazer, visto que a Afisa-PR está sob vergonhoso e vexaminoso ataque do grosso de um “conjunto” manipulado (certas pessoas não sentem vergonha do que fazem?) que submetesse às conveniências daqueles que não têm nenhuma virtude. E, na ânsia da bajulação, ajudam-nos no serviço sujo para tentar desprestigiar e desmerecer o associativismo de classe autêntico e honesto entre os de campo de boa-fé. Porém, avisamos, é inútil essa tentativa. O histórico de bons serviços prestados pela Afisa-PR em quase 16 anos depõe contra a confiabilidade e a honra de cada um de vocês — ainda não perceberam isso?

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Tribunal de Justiça mantém sentença de 1º grau em favor do presidente da Afisa-PR

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Tribunal de Justiça mantém sentença de 1º grau em favor do presidente da Afisa-PR

Ausência de lei regulamentando o tema (Constituição do Paraná, art. 37, § 2º) é irrelevante

 

 

A Apelação Cível nº 1678054-4, do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, 4ª Vara da Fazenda Pública, manteve a sentença de 1º grau autos nº 0000382-04.2016.8.16.0004 de Mandado de Segurança em favor do afastamento do cargo público para exercício de mandato classista, triênio 2016/2018, em benefício da Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR), cujo Acórdão é: 

APELAÇÃO CÍVEL E REEXAME NECESSÁRIO. MANDADO DE SEGURANÇA. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL (ENGENHEIRO AGRÔNOMO), FISCAL DA ADAPAR. VENCEDOR DA ELEIÇÃO PARA A PRESIDÊNCIA DA AFISA. PLEITO DE AFASTAMENTO DO CARGO SEM PREJUÍZO DOS VENCIMENTOS. POSSIBILIDADE. ART. 37, § 2º, CE. AUSÊNCIA DE LEI REGULAMENTANDO O TEMA. IRRELEVÂNCIA. SENTENÇA QUE EXAMINA OS LIMITES PEDIDO TAL COMO ESTABELECIDOS NA PETIÇÃO INICIAL. OBSERVÂNCIA AO PRINCÍPIO DA ADSTRIÇÃO. RECURSOS DE APELAÇÃO CONHECIDOS E DESPROVIDOS.

O precitado Acórdão cita jurisprudência pacificada no Acórdão — Apelação Cível e Reexame Necessário nº 1542067-6 — vinculado ao afastamento do cargo público para exercício de mandato classista, biênio 2014/2015, em benefício da Afisa-PR.

O presidente da Afisa-PR agora contestará judicialmente a ilegal "portaria" 67 que arbitrariamente o realocou. Esta "portaria" é "baseada" na "portaria" 179 já anulada pela Justiça do Paraná, conforme comprova os Autos nº 0005774-56.2015.8.16.0004 de Mandado de Segurança e na "portaria" 94 cuja revogação já foi determinada pelo Ministério Público do Estado do Paraná (MP-PR, conforme a Recomendação Administrativa nº 03/2018.

Esses Acórdãos e as "portarias" ilegais comprovam as ilegalidades praticadas via atos coatores expedidos pelos gestores comissionados na Autarquia de fiscalização agropecuária do Paraná nomeados pelo ex-governador e mantidos pela atual governadora. 

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Mensagem da Afisa-PR aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé

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Mensagem da Afisa-PR aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé

Balaio de gatos, desinformação, desorganização, desunião, inexperiência, incultura em política de serviço público, falta de estratégia, opressão, manipulação, infiltração, ingênua submissão à ideia de criação de “sindicato doutrinador” entre outras barbaridades...

 

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) pergunta: como é que os fiscais agropecuários de campo de boa-fé acreditam que ganharão a guerra da valorização profissional e da justiça remuneratória?

Vocês acreditam que “ganharão” essa guerra com prepostos de governos, aduladores de oficialismo, certas inexperientes “lideranças”, etc., e não com competente, eficiente e verdadeira liderança??

É cristalino, evidente, lógico e racional reforçar — isso sim!! — a associação de classe específica já existente, comprovadamente autônoma, autêntica e independente — e não balaio de gatos genérico, “ideia” de criação de “sindicato doutrinador” entre outras barbaridades —, e que promove há 15 anos competente atuação representativa em defesa dos justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé e na preservação do interesse público em fiscalização agropecuária estatal!!

Os fiscais agropecuários de campo de boa-fé, caso não despertem com urgência para a realidade, serão vítimas fáceis dos que atuam ativamente para que esses prescindam de associação de classe autêntica, autônoma e independente, com o prejudicial propósito de, “em seu vácuo”, impor tiranicamente um “sindicato doutrinador”, uma ditadura sindical, infiltrado até seu DNA por prepostos de governos e demais aduladores de oficialismo.

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) adverte: vocês, fiscais agropecuários de campo de boa-fé, devem tomar extremo cuidado para não cair como patinhos nas prejudiciais armadilhas da falácia da “união” via balaio de gatos e na colossal fria que representa a imposição tirânica de “sindicalismo doutrinador”, da ditadura sindical, orquestrado, infiltrado e manipulado por toda sorte de pelegos, prepostos de governos e adoradores de oficialismo.   

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) é aliada incondicional dos fiscais agropecuários de campo de boa-fé e não “inimiga” a ser desprezada ou combatida, como querem aqueles que querem conduzi-los, oprimi-los e manipulá-los, e que só se importam consigo mesmos, jamais com o bem-estar coletivo. 

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Procedimento Ordinário na Justiça pelo reajuste de 8,53% correspondente à revisão geral anual de 2017

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Procedimento Ordinário na Justiça pelo reajuste de 8,53% correspondente à revisão geral anual de 2017

Afisa-PR ingressa na Justiça em favor dos seus filiados regulares

 

 

Como acessar o trâmite do Procedimento Ordinário na Justiça do Estado do Paraná AQUI

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR), nesta quinta-feira (3), protocolou Procedimento Ordinário Poder Judiciário do Estado do Paraná pela revisão geral anual — mora do Executivo, inc. X, art. 37, CF 1988 —  em favor dos seus filiados regulares. 

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Opinião da DIREX: O Estado que protege

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Opinião da DIREX

O Estado que protege

 

 

O empresário Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (SCN) escreveu (hoje) na Folha de S. Paulo ("Só obras financiadas e estimuladas pelo setor público tiram país da crise") que "não há outro caminho para sair da recessão que não passe por obras financiadas e estimuladas pelo setor público. Estradas precisam e podem ser recapeadas; rodovias, asfaltadas; ferrovias, concluídas; obras de saneamento, iniciadas; concessões públicas, continuadas; escolas, construídas; habitações, financiadas". Steinbruch tem razão. 

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