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EUA: trabalhadores dos frigoríficos de frango temem ferimentos e o USDA/FSIS quer mais rapidez na linha de produção e privatização

Nos EUA, o aumento da velocidade na linha de produção de 140 para 175 carcaças por minuto nos frigoríficos de frango reverteria os esforços dos defensores dos trabalhadores e do bem-estar animal. Além do aumento da velocidade na linha de produção, o USDA/FSIS propõe a privatização da fiscalização pública de produtos de origem animal

U.S.: Chicken slaughterhouse's  workers fear injury and USDA/FSIS wants faster on production line and privatization & In the U.S., the increase in speed in the production line from 140 to 175 carcasses per minute in chicken slaughterhouses would reverse the efforts of workers' defenders and animal welfare. In addition to the increase in speed in the production line, the USDA/FSIS proposes the privatization of public inspection of products of animal origin.

Crédito imagem: Cornell Policy Review

 

Com base na notícia Workers Fear Injury as Administration Clears Way for Faster Chicken Slaughter (por Claire Kelloway) do Food and Power de 25 de outubro de 2018, no final do mês de outubro, a administração Trump abriu caminho nos EUA para que os frigoríficos de frango aumentassem a velocidade da linha de produção de 140 para 175 aves por minuto. Essa alteração representa um duro golpe para os empregados dos frigoríficos de frangos e reverte os esforços dos defensores da segurança do trabalho e do bem-estar animal, que desde 2014 lutam para deter o aumento da velocidade. Isso também indica que a administração Trump, provavelmente, removerá o limite de velocidade da linha de produção dos frigoríficos de suínos, além do rebaixamento dos requisitos do relatório de acidentes de trabalho em todos os setores da economia dos EUA.

"Esta decisão e outras mais que esperamos é o padrão da administração Trump para cortar as proteções dos trabalhadores e tomar decisões em favor das corporações, em vez de atuar para a população", diz Joann Lo, co-diretor da Food Chain Workers Alliance.

A mudança vem em resposta à petição 2017 ao Food Safety and Inspection Service (FSIS) do National Chicken Council, o grupo de lobby que representa as corporações avícolas. Embora o FSIS tenha negado a solicitação do NCC para elevar a velocidade em todas as linhas de produção de aves, em janeiro o U. S. Department of Agriculture (USDA) anunciou que estabeleceria critérios pelos quais os frigoríficos de aves poderiam solicitar isenções para aumentar a velocidade da linha de produção para 175 aves por minuto. Em fevereiro o FSIS divulgou esses critérios e publicou suas diretrizes finais e em 28 de setembro resposta pública aos comentários e agora autoriza pedidos de isenção em favor dos frigoríficos de aves.

Nos EUA, as condições de trabalho nos frigoríficos de aves já são extremamente perigosas. De acordo com o Department of Labor (Departamento do Trabalho), as chances dos trabalhadores dos frigoríficos se ferirem são cinco vezes mais do que todos os outros trabalhadores privados e são quase vinte vezes mais propensos ao desenvolvimento da carpal tunnel syndrome (síndrome do canal cárpico). Porém, as taxas reais de ferimentos contra esses trabalhadores, provavelmente, são ainda maiores, conforme aponta os estudos do Government Accountability Office (GAO), visto que as informações federais não consolidam todos os danos que realmente ocorrem na indústria da carne dos EUA. Uma das razões para isso é a estimativa de que 28% dos trabalhadores de frigorífico de carne nos EUA são estrangeiros, e eles são menos propensos a relatar lesões ou má conduta nos locais onde trabalham devido ao medo de retaliação ou deportação.

Pesquisas do Southern Poverty Law Center e da Food Chain Workers Alliance descobriram que pelo menos dois terços dos trabalhadores dos frigoríficos de aves sofreram ferimentos significativos relacionados ao trabalho, superando as taxas oficiais de ferimentos registradas. "Imigrantes e refugiados estão sendo aproveitados", diz Mark Lauritsen, diretor da United Food and Commercial Worker’s Food Processing, Packing and Manufacturing Division. Nos EUA, há muito tempo poderosos frigoríficos conseguem alavancar sua posição como um dos poucos empregadores que conseguem reduzir os salários e as condições de trabalho em detrimento dos trabalhadores. Essa exploração afeta desproporcionalmente as comunidades marginais de trabalhadores, já que 62% de todos os trabalhadores da indústria da carne dos EUA são pessoas de cor.

O incremento da velocidade na linha de produção na indústria da carne é a principal causa das condições perigosas. Na atual velocidade, os trabalhadores dos frigoríficos de aves realizam os mesmos movimentos repetitivos de 20 a 30 mil vezes por dia, muitas vezes empunhando facas muito perto corpo, aumentando os riscos de distúrbios osteomusculares e cortes acidentais. Há tanta pressão para manter um ritmo de trabalho constante que os trabalhadores são frequentemente impedidos de fazer pausas, a ponto de alguns usarem fraldas.

A nova taxa de 175 aves por minuto anuída pelo FSIS/USDA destina-se à parte mais rápida e parcialmente automatizada do processo de abate, chamada de linha de evisceração. A indústria da carne de aves afirma que o aumento da velocidade na evisceração não traria "significativo impacto na segurança" dos trabalhadores.

No entanto, os defensores dos trabalhadores alegam que o aumento da velocidade em uma parte da linha de produção claramente afeta os trabalhadores que estão no seu final. Os trabalhadores que estão no final da linha "terão mais 30 aves por minuto, um acumulo de frangos para processamento, porém, não existem espaços em muitos desses frigoríficos para que mais trabalhadores sejam adicionados", explica Lauritsen. "Já não há trabalhadores suficientes nos frigoríficos para fazerem o trabalho com segurança, por isso, mesmo que o aumento fosse de 140 para 150 aves por minuto esse [aumento de] ritmo já seria perigoso e, adicionando apenas mais um frango, isso tornaria o processo muito mais perigoso."

De fato, não há limite na velocidade de processamento nas linhas de corte e desossa, que exigem mais trabalho. O limite de velocidade de linha de produção é definido pelo FSIS e se concentra nos requisitos de segurança alimentar e fiscalização de produtos de origem animal. Nos EUA, a Occupational Safety and Health Administration (OSHA) supervisiona as regras de segurança dos trabalhadores. A OSHA definiu velocidades máximas de operação em alguns setores, como processamento de grãos, mas não na indústria da carne. Em 2013, a OSHA negou uma petição que solicitava o estabelecimento de regras de velocidade na linha de produção de frigoríficos, ocasião em que alegou não possuir recursos para estudar a reivindicação.

A decisão da administração Trump de aprovar o aumento da velocidade da linha de produção nos frigoríficos de aves, apesar da forte reação, não é um bom presságio para a esperada decisão de também aumento dessa velocidade da linha de suínos. O USDA/FSIS propôs elevar o limite de velocidade na linha de produção da carne suína, que atualmente está limitada a 1.100 suínos por hora. Nos EUA, a regra proposta atraiu mais de 83.500 comentários públicos, e um recente comunicado do USDA disse: "muitos dos comentários pediram que o FSIS retirasse a proposta".

Além disso, em julho, a OSHA propôs novas regras que reduziriam os requisitos dos relatórios sobre lesões no local de trabalho, permitindo que as empresas enviassem registros menos detalhados de lesões. Caso aprovadas, as novas regras poderiam obscurecer ainda mais a realidade das condições de trabalho na indústria da carne dos EUA e dos perigos inerentes, aumentando a distância entre as lesões dos trabalhadores que são relatadas das que efetivamente ocorrem. 

 

EUA: frigoríficos privatizados revelaram mais falhas na detecção de Salmonella na carne de frango

A notícia Privatized Inspection Plants Still Turning Out More Contaminated Chicken do Food & Water Watch de 18 de setembro de 2018 informa que os dados divulgados recentemente pelo Food Safety and Inspection Service (FSIS), vinculado ao USDA, bem como,  informações asseguradas pela Lei de Liberdade de Informação (FOIA)1, possibilitou ao grupo de defesa do consumidor Food & Water Watch revelar que os frigoríficos de abate de frango que se converteram em "modelo de inspeção privatizado", chamado nos EUA de  New Poultry Inspection System (NPIS), continuam a mostrar uma maior probabilidade de falhar no padrão de desempenho do governo para Salmonella do que as plantas que ainda usam o modelo público de inspeção agropecuária.

"Na época em que o NPIS foi proposto em 2012, as autoridades do USDA alegaram que o esquema de inspeção privatizado reduziria os níveis de patógenos em aves de criação. Parece que o oposto está acontecendo", disse Wenonah Hauter, diretora executiva da Food & Water Watch. "Alguns dos grandes participantes do processamento de [carne de] aves optaram por seguir a rota de ["inspeção" privada] desregulamentação, e parece que eles não são confiáveis para se [auto]policiarem. É hora de o FSIS parar a conversão [da privatização] de qualquer outro frigorífico, porque os próprios dados deste Serviço mostram que o NPIS não entrega alimentos mais seguros".

"Na época em que o NPIS foi proposto em 2012, as autoridades do USDA alegaram que o esquema de inspeção privatizado reduziria os níveis de patógenos em aves de criação. Parece que o oposto está acontecendo", disse Wenonah Hauter, diretora executiva da Food & Water Watch. "Alguns dos grandes participantes do processamento de [carne de] aves optaram por seguir a rota de ["inspeção" privada] desregulamentação, e parece que eles não são confiáveis para se [auto]policiarem. É hora de o FSIS parar a conversão [da privatização] de qualquer outro frigorífico, porque os próprios dados deste Serviço mostram que o NPIS não entrega alimentos mais seguros".

Os frigoríficos que adotaram o NPIS possuem menos inspetores públicos do FSIS & USDA na linha de abate, e a maioria das tarefas de inspeção é transferida para os funcionários dos próprios frigoríficos. Sob inspeção pública, pode haver até quatro inspetores do governo designados para uma linha de abate com cada um deles responsável por avaliar até 35 carcaças de aves por minuto. Sob o NPIS, há apenas um inspetor do governo designado para a linha de abate e ele é responsável por inspecionar até três aves por segundo.

Em 14 de setembro, o FSIS publicou seus mais recentes dados regulamentares de testes de Salmonella para carcaças de aves por frigorífico.  De um total de 205 plantas de frango listadas, 189 plantas tinham dados suficientes para avaliar se elas atendiam ao padrão de desempenho de Salmonella. De acordo com os dados do USDA:

1 Trinta e quatro frigoríficos falharam no padrão de desempenho de detecção de Salmonella.

1.1 Dezesseis desses frigoríficos já haviam se convertido no sistema privatizado NPIS; mais dois estavam listados para futura conversão.

1.2 Dezoito das frigoríficos que falharam no padrão de desempenho de detecção de Salmonella estavam usando o modelo tradicional de inspeção.

2. Cinquenta e cinco frigoríficos de frango haviam se convertido no sistema privatizado NPIS a partir de maio de 2018.

2.1 Quase um terço das plantas privatizadas sob NPIS (29%) falhou no padrão de desempenho de detecção de Salmonella, em oposição a 13% das 134 plantas sob inspeção pública (sem o NPIS) que falharam neste padrão.

 

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20-1-2016 - Food Safety News & Sixty Democrats ask Vilsack to delay new hog slaughter rule [Sixty liberal and mostly urban congressional Democrats have weighed in with their opinions about making bacon, telling the U.S. Secretary of Agriculture to further delay expansion of the 20-year old hog Hazard Analysis and Critical Control Point-based Inspection Models Project (HIMP) pilot program]

23-11-2015 - Food & Water Watch & New Documents Reveal Major Flaws in Nation’s Food Safety Inspection System [Records obtained by Food & Water Watch show that food safety inspectors are overworked, and it's threatening our nation's food supply]

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